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Em trabalho de parto, grávida para em quartel no Acre e tem filha dentro de carro com ajuda de bombeiros

Por Redação Juruá em Tempo.10 de fevereiro de 20213 Minutos de Leitura
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O tenente Josadac Cavalcante se preparava para encerrar um plantão de 24 horas na manhã desta terça-feira (9) quando foi surpreendido com uma importante missão: ajudar a pequena Lorena vir ao mundo. Os pais da bebê estavam a caminho da maternidade quando a mãe entrou em trabalho de parto e eles pararam no 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros do Acre, em Rio Branco, para pedir ajuda.

Em frente ao quartel, Carolina Azevedo, de 23 anos, foi acomodada no banco do passageiro do carro e deu à luz sua filha. Lorena nasceu bem, sob os cuidados e atenção do tenente e os demais bombeiros do quartel. Mãe e filha estão bem e foram levadas para a Maternidade Bárbara Heliodora pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após o parto.

“Comecei a sentir as contrações às seis horas da manhã, saímos umas sete horas e ela nasceu às oito. Não deu tempo chegar, íamos na UPA, mas, meu esposo viu que já estava coroando e parou no Corpo de Bombeiros. Fiquei preocupada achando que não ia conseguir”, relembrou.

Carolina e o marido moram no Ramal Novo Horizonte, zona rural de Rio Branco. Na hora do parto, ela disse que sentiu a pressão arterial baixando e ficou com medo de desmaiar e não conseguir ajudar a filha a nascer. Mãe e filha ainda não tem previsão de alta médica.

“Graças a Deus e o bombeiro conseguiu me ajudar. Tenho muito o que agradecer, me deram toda assistência, fiquei muito feliz. Foi tudo muito rápido. Meu primeiro filho tive normal também, mas no hospital e tranquilo”, complementou.

Lorena nasceu bem e foi levada com a mãe pelo Samu para a maternidade de Rio Branco — Foto: Asscom/Corpo de Bombeiros do Acre

‘Correria’

O tenente Josadac Cavalcante, que também é comandante do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros, contou que foi avisado por outro bombeiro que tinha uma mulher em trabalho de parto no pátio do quartel. Imediatamente, o militar disse que colocou luvas nas mãos e foi ajudar.

“Não deu nem para tirá-la do carro, só baixamos o banco do passageiro, colocamos as pernas no painel e começou a coroar, foi imediato. Peguei ela no colo e coloquei em cima da mãe. A preocupação era de dar alguma complicação com o cordão umbilical, mas, graças a Deus, deu tudo certo”, contou.

Logo que Lorena nasceu, o tenente falou que começou a limpá-la e ficou mais tranquilo quando a criança chorou. A equipe acionou uma ambulância do Samu e aguardou os profissionais chegarem para concluir os trabalhos.

“Pensei: ‘se chorou, está tudo certo’. Coloquei em cima da mãe e a cara de dor dela se transformou em um sorriso tranquilo. Eles ficaram muito agradecidos, depois tinha saído para trocar a luva e ela me chamou para agradecer”, destacou.

Bombeiro há 13 anos, o tenente revelou que nunca tinha passado por uma experiência assim. Segundo ele, o coração ficou mais acelerado que no dia do nascimento do próprio filho.

“Foi emocionante, primeira vez que atuei nesse sentido. Já tinha conduzido uma mulher na maternidade, mas não fiz o parto. Ficou mais acelerado do que no dia em que minha mulher foi ter nosso filho”, brincou.

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