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Enfrentando covid, dengue e crise imigratória, Acre pode ficar isolado por cheia do Rio Madeira

Por Redação Juruá em Tempo.18 de fevereiro de 2021Updated:18 de fevereiro de 20212 Minutos de Leitura
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O governador Gladson Cameli esteve reunido com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e com o secretário nacional da Defesa Civil, Alexandre Lucas, nesta quinta-feira (18), e na ocasião, ao citar a situação de calamidade pública em decorrência da Covid-19, surto de dengue e enchentes, disse que o Acre ainda poderá conviver com um possível isolamento via terrestre.

Segundo o chefe do executivo estadual, essa possibilidade poderá ocorrer caso haja o transbordamento do Rio Madeira, em Rondônia. “Eu tenho acompanhado esta situação de perto e com o nível das águas subindo da forma que está, possivelmente vai atingir o Rio Madeira e podemos ficar isolados”, declarou.

Cameli destacou que como gestor deve trabalhar com a pior das hipóteses, tendo em vista que o Acre já vivenciou o isolamento com o transbordamento do manancial, que gerou escassez de gasolina e demais insumos essenciais. “Temos que nos antecipar no plano de contingência para não ocorrer o isolamento”, ressaltou.

O ministro Rogério Marinho disse na reunião que vai ajudar o Estado no que for necessário, seja com recursos e com trabalho de logística. Marinho adiantou que o secretário nacional da Defesa Civil, Alexandre Lucas, virá ao Acre para adiantar a elaboração do trabalho de assistência às famílias atingidas pelas cheias no Estado.

Em 2014, o trecho da BR-364 entre Rio Branco, no Acre, e Porto Velho, em Rondônia, única ligação por terra do Acre com o resto do Brasil, foi fechado quando o nível do Rio Madeira atingiu 18,72 metros, alagando a rodovia e deixando o estado isolado.

O encontro também contou com a participação dos senadores Marcio Bittar e Mailza Gomes.

Fonte: Contilnet.

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