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‘Espero encontrar minha casa em pé’, diz morador afetado pela cheia de rio no interior do Acre

Por Redação Juruá em Tempo.23 de fevereiro de 20213 Minutos de Leitura
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Mesmo apresentando sinais de vazante, quando as águas começam a baixar, o rio Iaco em Sena Madureira ainda segue desabrigando 1.465 famílias. Na última medição desta terça-feira (23), o nível do rio está em 15.20 metros.

Uma equipe da Rede Amazônica esteve no local e conversou com alguns moradores que relataram, além dos transtornos e perdas com a cheia, a preocupação com bandidos que estão saqueando as casas.

O autônomo Manoel da Silva Bastos conta que não deu tempo de tirar muita coisa de dentro de casa. Ele tinha feito uma reforma recente de R$ 7 mil e perdeu muitos móveis. Ele e a família estão na casa de uma cunhada.

“Perdi cama, guarda-roupa, estante, perdi várias coisas. Espero ao menos encontrar minha casa em pé quando as águas baixarem para não ter um prejuízo tão grande, porque as coisas que perdi só no dia a dia a gente vai recuperando aos poucos”, diz.

Todos os dias ele tem ido até a casa completamente coberta pelas águas. Com a previsão de mais chuvas, o autônomo se agarra à fé para tentar enfrentar os dias difíceis.

“Espero que Deus estenda mão e ajude esse povo, porque como vai ficar a nossa situação? Deus que vai dizer quando o rio vazar.”

Morador tirar coisas de dentro de casa após ela ter sido invadida  — Foto: Reprodução/ Rede Amazônica Acre

Na casa do vizinho há mais de uma semana, Rivanildo de Souza, que é pedreiro, conta que só conseguiu salvar camas e colchões. O restante das coisas está debaixo do rio.

“Eu tava pra colônia e quando cheguei já estava quase tudo alagado. Fomos ajudar um, ajudar outro e acabou que conseguimos tirar poucas coisas. Perdi a geladeira, armário, tudo está debaixo d’água. A gente está rezando que o rio baixe, mas quem manda é Deus, a gente não pode se desesperar”, diz.

Casas saqueadas

Para não ficar no escuro, o autônomo Sebastião da Silva improvisa um bico de energia com bateria de carro. Ao ligar os fios da lâmpada na bateria ele consegue pelo menos iluminar um pouco.

Ele disse que não saiu de casa porque tem medo que ela seja saqueada, como tem ouvido muitos relatos. Silva teve até um carro coberto pelas águas, foi uma das coisas que ele não conseguiu tirar a tempo.

“Conseguimos tirar pouca coisa, o carro não conseguimos tirar, quando cheguei da colônia ele já estava coberto. Pra não ficar à noite no escuro diz esse bico de energia, tem muita gente tentando arrombar casa e se você não ficar de olho, os caras levam. Já não tenho quase nada e os outros ainda levarem”, lamenta.

Já o diarista Ciro Souza, que teve que ficar em uma casa de invasão, teve a casa invadida. Os bandidos entraram pelo telhado – única coisa que está fora das águas e conseguiram sair pela janela.

PM diz que tem feito patrulhamento, mas situação é difícil de controlar  — Foto: Polícia Militar do Acre

“Arrombaram minha casa e do rapaz do lado. Ainda tem gente arrombando casa e levando o que a gente já não tem. Isso diante desse sofrimento que estamos passando. É muita falta de humanidade, falta consciência de um ser humano desse. Agora estamos aqui tentando tirar o resto das coisa para não levarem”, desabafa.

O tenente Fábio Diniz, do Batalhão da Polícia Militar na cidade, explica que são feitos patrulhamento, mas que a situação é difícil de controlar.

“A gente vem fazendo, dentro da nossa possibilidade, patrulhamento noturno e à tarde. Ocorre que nós também temos a questão dos abrigos e das organizações criminosas. Estamos atuando fortemente para tentar evitar, mas é complexo”, disse.

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