Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Fiscalização em mais de 25 postos reprova 14 bombas de combustíveis no Acre e aponta irregularidades
  • Lula confirma Dario Durigan como novo ministro da Fazenda
  • Homem é condenado a mais de 2 anos de prisão por injúria racial em ônibus escolar no Acre
  • Polícia recupera 45 cabeças de gado furtadas de fazenda de deputado
  • Zequinha Lima entrega fardamentos e material escolar para estudantes do rio Juruá Mirim, em Cruzeiro do Sul
  • MPAC abre investigação sobre alta no preço da gasolina em Rio Branco
  • Whinderson Nunes chega ao Acre e se encanta com ligação entre Norte e Nordeste
  • Bocalom retorna ao PSDB e tem filiação abonada por Aécio Neves: “Vamos fazer história”
  • Deputado Coronel Ulysses protocola projeto que endurece combate ao crime organizado e mira uso ilegal de profissões
  • “Mulas do tráfico” são presos com arma de fogo e mais de R$ 15 mil no Paraná dos Mouras
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, março 19
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

‘Eu acho que vai ter. Vai ter uma prorrogação’, diz Bolsonaro sobre auxílio emergencial

Por Redação Juruá em Tempo.9 de fevereiro de 20214 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que “acha” que haverá uma prorrogação do auxílio emergencial, mas não deu detalhes de valor ou de duração.

Foi a primeira vez que Bolsonaro admitiu a volta do benefício, suspenso em dezembro, o que vinha negando desde o início do ano.

A declaração ocorreu durante entrevista à TV Band. Questionado sobre se haveria prorrogação do auxílio, Bolsonaro respondeu:

— Eu acho que vai ter. Vai ter uma prorrogação. Foram cinco meses de 600 reais e quatro meses de 300. O endividamento chegou na casa dos 300 bilhões. Isso tem um custo. O ideal é a economia voltar ao normal.

A declaração do presidente é uma mudança de tom em relação ao que afirmou no último dia 28 de janeiro. Na ocasião, disse que a retomada do auxílio quebraria o país .

Na mesma semana, Bolsonaro disse que o benefício “não é aposentadoria” e destacou que a capacidade de endividamento do governo estava no limite.

‘Linha de corte’ de olho no ‘mercado’

Sem dar detalhes, Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que está em estudo uma “linha de corte”, indicando que menos pessoas serão atendidas:

— Agora, tem a pressão? Tem. O que está sendo estudado: uma linha de corte. Foram 68 milhões de pessoas que receberam o auxílio emergencial — disse, acrescentando depois: — Até quando a gente pode bancar isso daí?

O presidente disse que a prorrogação precisa ser feita com “responsabilidade” em relação às contas públicas para não ter efeitos negativos no mercado, como um aumento no dólar:

— Se você não fizer com responsabilidade isso, você acaba tendo desconfiança do mercado, aumenta o valor do dólar, passa para R$ 6, vai impactar no preço do combustível. Fica uma bola de neve.

Com Lira, Guedes desconversa sobre valor

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também mudou de ideia nos últimos dias sobre o tema. Na semana passada, admitiu pela primeira vez a volta do benefício , mas condicionando a medida à aprovação no Congresso do que chamou de “novo marco fiscal”.

Na noite desta segunda, após reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), Guedes voltou a comentar sobre a medida, mas não deu detalhes. Perguntado se o valor seria de R$ 200 ou R$ 300, ele respondeu:

— Não sou (eu quem decide). Isso é todo mundo junto. Isso é uma coisa mais difícil. Nós estamos conversando, tem que ter o compromisso com a responsabilidade fiscal — disse o ministro.

Pressão crescente no Congresso

Apesar da resistência inicial de Bolsonaro e Guedes, a pressão no Congresso para a renovação da ajuda governamental cresceu nos últimos dias.

Mais cedo, também nesta segunda, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que uma solução para a nova rodada de repasses deve ser definida ainda nesta semana.

Pacheco não deu detalhes sobre o modelo que seria construído, mas, diferentemente de Guedes, defendeu que o pagamento não seja condicionado à aprovação de medidas de ajuste fiscal .

Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu a renovação do auxílio, mas pediu que o Legislativo aprovasse um Novo Marco Fiscal, com previsão de medidas de ajuste das contas públicas.

Autonomia do BC

Também nesta segunda, Lira, Guedes e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, discutiram o projeto de autonomia do BC, que deve ser votado nesta terça-feira.

Após a reunião, o relator Silvio Costa Filho (Republicanos-SP) afirmou que até quarta-feira a aprovação deve ser concluída.

— Apresentamos o nosso relatório. Aquilo que nós estávamos imaginando para aprová-lo aqui no parlamento. E, hoje pela manhã, tivemos uma sinalização muito positiva. Discutimos ponto a ponto, artigo por artigo. E tivemos a validação do nosso parecer. Ou seja, tanto do Ministério da Economia quanto o presidente do Banco Central concordaram o nosso parecer — disse Silvio Costa.

Guedes, por sua vez, elogiou o trabalho do relator, além de ter feito um gesto a Lira, eleito presidente há uma semana com o apoio do Palácio do Planalto.

— A coisa mais importante é essa harmonia entre os poderes independentes.

Fonte: OGlobo.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.