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Mesmo com vazante de mais de 2 metros, Rio Iaco segue atingindo 17 bairros de Sena Madureira

Por Redação Juruá em Tempo.24 de fevereiro de 20212 Minutos de Leitura
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A situação na cidade de Sena Madureira, no interior do Acre, ainda é complicada por conta da cheia do Rio Iaco. Mesmo com uma vazante (diminuição no nível das águas) de mais de dois metros nas últimas 24 horas, as águas do rio continuam atingindo 17 bairros e mais de 27,6 mil moradores.

Conforme dados do Corpo de Bombeiros, o manancial marcou 17,66 metros nesta quarta-feira (24) e continua acima da cota de transbordo, que é de 15,20 metros. Essa é a maior cheia desde 1997, quando rio marcou 19,40 metros.

Mais de 5,2 mil famílias foram afetadas pela cheia. Ainda de acordo com os dados, 299 famílias, totalizando mais de 1,5 mil pessoas, estão desabrigadas. Outras 1.707 famílias, com cerca de 5,7 mil pessoas, estão desalojadas, ou seja, foram levadas para casas de parentes.

A moradora Maria José Ferreira da Silva, de 61 anos, está há oito dias atingida pela cheia do rio e decidiu ficar em casa por medo de ser roubada. Ela e o marido montaram uma espécie de acampamento dentro da casa, elevaram o nível do chão usando tábuas e suspenderam o que podiam.

Sem energia elétrica por conta da enchente, eles usam velas e lanterna durante as noites. E para fazer comida usam um fogareiro. Os patos de criação da família ficam se abrigando no telhado.

“Fiquei porque aqui as pessoas roubam as coisas da gente, e também porque tenho um monte de patinho. Aí quando vejo já vem gente aqui pegar eles e eu digo: ‘ei, pode tirar a mão’. E assim vou passando. Está vindo marmitex para nós, temos um fogareiro aqui para fazer nosso café. Agora, por exemplo, não recebo café da manhã, mas tenho minha bolacha e faço meu café. Não sei se a geladeira vai funcionar mais, é difícil, mas fazer o que? A gente sempre perde. Agora é esperar o tempo e que Deus abençoe”, disse a idosa.

Bairros atingidos

  1. Vila Militar
  2. Bom Sucesso
  3. Vitória
  4. Cidade Nova
  5. Centro
  6. Cafezal
  7. Cohab
  8. Jardim Primavera
  9. Segundo Distrito
  10. Pista
  11. Praia do Amarilio
  12. Bosque
  13. São Felipe
  14. Cristo Libertador
  15. C.S.U
  16. José Nogueira Sobrinho
  17. Neném das Neves

Mais de 290 famílias estão desabrigadas e outras mais de 1,7 mil desalojadas — Foto: Quésia Melo/Rede Amazônica

Por:
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