Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Influenciador acreano que mora em São Paulo revela teste positivo para HIV
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul entrega ambulância, unidade odontológica móvel e van para fortalecer a saúde municipal
  • Adolescente que teve 80% do corpo queimado em explosão com álcool sofre amputação de parte da perna: “lutando pela vida”
  • Vereador de Jordão é preso em flagrante suspeito de agredir a esposa no interior do Acre
  • Com menos de mil casos confirmados, Acre registra queda de mais de 80% na dengue em 2026
  • Condenado a mais de cinco anos por tráfico de drogas é preso em Rio Branco
  • MP abre nova ação contra Virginia e pede R$ 120 milhões
  • Pedro Pascoal critica suposta paralisação de serviços na saúde do estado por falta de pagamento; Sesacre nega suspensão
  • Mudanças no IPVA e Imposto de Renda podem mexer com os cofres do Acre
  • Mailza nomeia o engenheiro Gilberto Lucas para a presidência do Deracre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, julho 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Anvisa alega riscos de segurança e nega importação da Sputnik V comprada pelo Acre

Por Redação Juruá em Tempo.27 de abril de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou nesta segunda-feira (26) a importação e a aplicação da vacina Sputnik V, imunizante russo, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, contra a Covid-19.

Em março, o Consórcio Nordeste assinou contrato para a compra de 37 milhões de vacinas da Sputnik V. Logo depois da compra, o governador Gladson Cameli (Progressistas) assinou o Termo de Aquisição de 700 mil doses da vacina Sputnik V, da Rússia.

A compra só foi possível após o Estado do Acre aderir ao Consórcio do Nordeste. A adesão foi intermediada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

A importação foi rejeitada por 5 votos a 0. Todos os diretores seguiram o voto do relator, o diretor Alex Campos Machado, e das áreas técnicas da agência. As principais gerências consultadas, de Medicamentos e Produtos Biológicos; de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária; e de Inspeção e Fiscalização Sanitária, recomendaram aos diretores que rejeitassem o pedido de importação.

Tanto o governo federal quanto o Consórcio composto pelos nove estados da região Norte e Nordeste, já adquiriram doses da vacina russa. Municípios do Rio de Janeiro também compraram os imunizantes.

A apresentação que norteou os votos foi feita por Gustavo Mendes, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos, Mendes afirmou que um dos “pontos críticos e cruciais” é, mais uma vez, o risco à segurança em razão dos ditos “adenovírus replicantes”, que, segundo ele, foram encontrados em todos os lotes da Sputnik V vistoriados.

“Isso significa que o vírus que deve ser utilizado apenas para carrear material genético do coronavírus para as células humanas e assim promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Esse procedimento está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral”, explica Mendes.

Em sua apresentação aos diretores, o gerente citou seis perguntas que disse serem “cruciais” e que não teriam sido respondidas até agora pelos documentos apresentados, diante da presença dos adenovírus replicantes.

Perguntas cruciais não respondidas:

1. Os vírus replicantes podem permanecer por quanto tempo no organismo humano?

2. Em quais órgão e tecidos podem ser encontrados?

3. Podem causar algum dano em tecidos e órgãos? Dependente da quantidade?

4. Esse vírus replicantes podem ser transmitidos a outras pessoas?

5. O que significa em termos de segurança para quem receber a vacina?

6. Risco aumentado de eventos adversos? Tromboembólicos? Outros?”

Para a área técnica, também não foi informada a análise de segurança da vacina aplicada em grupos específicos, como idosos e pessoas com comorbidades.

Segundo a gerente Ana Carolina Moreira, os dados apresentados pelos russos demonstram que, neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado.

De acordo com Mendes, houve uma falha na estratégia do controle de qualidade e a Gamaleya não demonstrou que controla de forma eficiente os processos para controlar outros vírus contaminantes também. Para a área técnica, também não foi informada a análise de segurança da vacina aplicada em grupos específicos, como idosos e pessoas com comorbidades.

Antes da decisão da Anvisa, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) aprovou a liberação comercial do imunizante russo. A medida foi tomada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), ligada à pasta.

Por Lucas Vitor, do AC24horas.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.