A partir de agora, o Acre é reconhecido internacionalmente como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A aclamação foi concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) na manhã desta quinta-feira, 27, durante a 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE.
O Paraná também recebeu o reconhecimento como zona livre de peste suína clássica independente.
Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas, do Mato Grosso e o Acre somam mais de 40 milhões de cabeças que deixam de ser vacinadas, o que corresponde a cerca de 20% do rebanho bovino brasileiro, e 60 milhões de doses anuais da vacina que deixam de ser utilizadas, gerando uma economia de aproximadamente R$ 90 milhões ao produtor rural.
Para realizar a transição de status sanitário, os estados e regiões atenderam requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.

