Nesta semana, o jornal russo Politexpert fez uma extensa publicação relatando sobre a participação do Brasil na tentativa de compra da vacina Sputnik V, e afirmando que o episódio parecia “novela”. Na publicação houveram críticas à postura do presidente Jair Bolsonaro e lembrando que o gestor, em meio as várias acusações de genocídio, inventou o termo “comunovírus”.
A reportagem ainda destacou a diferença entre as atuações do governo de Bolsonaro e Biden, relatado que o vírus se espalhou rapidamente por todo o território brasileiro. Frisando ainda que vários estados brasileiros tiveram interesse na vacina russa, e na oportunidade citou os esforços dos governadores Ratinho Junior, do Paraná, e Gladson Cameli, do Acre, informando que os chefes de estado tentaram comprar as vacinas contra Covid-19 de forma independente.
“O governador do Paraná Carlos Roberto Massa chegou a acertar com a Rússia a produção de uma vacina no Brasil, e o jovem chefe do estado, Acre, Gladson Cameli, que participou de fórum em São Petersburgo em 2017, fechou convênio com o Instituto Gamalea em março para comprar 700.000 doses de Sputnik V . Embora a vacina esteja aprovada no Brasil desde 5 de junho, o número de doses é limitado, e o estado do Acre nem consta da lista com aprovação para seu uso”, diz trecho da publicação feita.

