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COTIDIANO

Supervisora de empresa terceirizada é acusada de fazer perseguição a funcionários que estavam em protesto

Por Redação Juruá em Tempo. 27/07/2021 11:54 Atualizado em 27/07/2021 12:50
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Funcionários da empresa Maia Pimentel, que estão há quase 4 meses sem receber seus respectivos salários, desta vez reclamam de perseguição por parte de uma supervisora da empresa. De acordo com os funcionários da empresa, enquanto eles, estão fazendo protesto em busca de seus salários atrasados, a supervisora Nádila, tira fotos de quem está no protesto e ainda diz que estão todos ‘lascados’.

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“Nós fazemos o protesto para buscar receber nossos salários atrasados e não para ficar de braços cruzados. Aí vem a supervisora e fica tirando foto nossa. Hoje ela veio aqui em frente à casa do governador e disse que estamos todos lascados”, disse uma funcionária.

Além de perseguição com fotos, a supervisora ainda pede para cancelar a comida daqueles que estão fazendo protesto. “ No sábado, ela mandou cancelar a comida de quem estava fazendo protesto. E ainda diz ser crente, uma crente dessa nem o inferno quer”, ressaltou.

Os funcionários afirmaram que irão realiza uma baixa assinado, para solicitar que a supervisora Nádila seja demitida ou realocada para outra função.

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O atraso no pagamento dos funcionários da Maternidade do Juruá continua causando transtornos ao governador Gladson Cameli. Na última sexta-feira (23), funcionários, representantes do governo e das empresas participaram da reunião onde ficou acordado que a empresa Maia Pimentel realizaria ainda na sexta-feira (23), o pagamento do mês de maio, para todos os funcionários, e que após ser debitado o dinheiro, na quarta-feira (28), pagará o mês de junho colocando seus pagamentos em dia.

 

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