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Paleontólogo lança livro com resumo de estudos sobre os geoglifos no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.9 de agosto de 20213 Minutos de Leitura
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“Geoglifos do Acre: Passado profundo” é mais um livro do paleontólogo Alceu Ranzi, um dos primeiros a estudar os sítios arqueológicos encontrados no Acre. Os geoglifos são estruturas geométricas escavadas na terra, em formato de quadrados, retângulos ou círculos.

Eles foram descobertos na Amazônia na década de 1970 com o aumento dos desmatamentos, mas começaram a ser melhor estudados a partir dos anos 2000. Os estudos apontam que eles teriam sido construídos por civilizações que ocuparam o sul da Amazônia, antes da formação da floresta e seriam usados para cerimônias e rituais religiosos. Só no Acre, existem 800 catalogados pelos pesquisadores.

Debruçado na catalogação e estudos dos monumentos milenares no Acre, Ranzi tem pelo de três livros sobre o tema, alguns com coautoria de outros estudiosos. Ele disse que o livro traz um resumo detalhado do descobrimento dos geoglifos e o que se sabe sobre eles. A obra ficou pronta em maio deste ano e pode ser adquirida na internet ou na Livraria Paim.

“Tentei colocar no livro o estado atual do conhecimento, as pesquisas e quem obteve seus títulos acadêmicos tendo os geoglifos como tema. Abordo também os estudos sobre os sistemas de estradas e caminhos que conectavam os geoglifos. É para ser uma leitura prazerosa e uma literatura de divulgação da ciência”, diz.

Tudo isso em um pocket book, em linguagem acessível para que todos possam entender, segundo o autor.

“A divulgação está sendo pelos amigos, pela internet, não houve grandes alardes. Decidi lançar esse livro porque, às vezes, você tem livros ou artigos científicos muitas vezes escritos em inglês publicados em outros países e isso não chega na população em geral, nos estudantes, adolescentes, na juventude. Então, minha ideia foi pegar e colocar isso com boas imagens, mapinhas, coisas assim para despertar o interesse no conhecimento”, explica.

Livro traz detalhes e descobertas dos monumentos milenares o Acre  — Foto: Arquivo pessoal

Os estudos sobre os monumentos estão parados, segundo o pesquisador. Isso porque em 2018, a arqueóloga gaúcha Denise Pahl Schaan morreu em decorrência de complicações da esclerose lateral amiotrófica.

“Com a morte dela, a coisa deu uma parada porque não surgiram outros que tivessem a liderança dela e estamos esperando que isso aconteça. Aí veio a pandemia, não tivemos mais campo, mais trabalho, e por estar parado é que estou escrevendo para manter o assunto em voga. Quando comecei há 20 anos, aquelas crianças que estavam nascendo agora são adultos e talvez nunca ouviram falar dos geoglifos, apesar que pra mim todo mundo sabe mas entendo que não é bem assim”, pontua.

O autor finaliza dizendo que o grande objetivo é fazer com que as pessoas – de forma didática – conheçam e entendam os estudos sobre esses monumentos que ainda são tão misteriosos.

“Eu poderia dizer que essa talvez [descoberta dos geoglifos] seja, nos últimos 20 anos, a coisa mais surpreendente e mais impactante que aconteceu com arqueologia na Amazônia.”

O autor

Alceu Ranzi é graduado em Geografia pela Universidade Federal do Acre (1978), mestre em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1981) e doutor em Wildlife Ecology – University of Florida (1991). Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Paleontologia e Paleoambientes. Atua principalmente nos seguintes temas: Amazônia, Acre, Paleontologia, Paleoambientes e Geoglifos da Amazônia.

  • Com informações do G1 Acre.
Por:
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