É comum vermos no centro do município acreano de Cruzeiro do Sul pessoas vendendo lanche nas ruas. Com a pandemia de Covid-19, as vendas sofreram uma queda brusca. Com a vacinação avançando e a flexibilização do comércio o esperado era que houvesse um aumento nas vendas; porém, isso não aconteceu.
O Sr. Pedro Pereira, de 81 anos, trabalha há mais de 20 anos vendendo picolé nas ruas da cidade e diz que as vendas continuam em baixa. Ele acredita que isso seja uma consequência do aumento dos valores do comércio.
“Tive que aumentar o preço do picolé pra R$2,00 porque está tudo caro: aumentou o valor do leite, do açúcar e de tudo” (sic), disse.
Muriel de Souza é um jovem de 14 anos que vende bananinha com leite condensado no semáforo para ajudar no sustento de casa. Segundo Muriel, ele também precisou aumentar o valor do lanche porque o material está mais caro.
“Com esse pequeno aumento, os clientes acabam achando caro e as vendas caem”.

