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Com mais de 12%, Acre tem o maior percentual de gravidez na adolescência da região Norte

Por Redação Juruá em Tempo. 12/09/2021 13:45
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Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na sexta-feira (10), mostram que o Acre tem o maior percentual de gravidez entre meninas de 13 a 17 da região Norte. No estado, 12,8% das adolescentes que já tiveram relação sexual engravidaram pelo menos uma vez na vida.

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O número, inclusive, é maior que o percentual do Brasil, que tem 7,9% no total, e da regional, que registrou 7,3%. Os dados analisam número de 2019.

As equipes do IBGE entrevistaram estudantes do 7º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio de escolas públicas e privadas do país. Foram ouvidos, ao todo, 11,8% de estudantes de 13 a 17 anos, sendo que desses 7,7% tinham entre 13 a 15 anos e 4,2% de 16 a 17 anos.

O total de alunas entrevistadas foi 6 milhões, o que representada 50,7% do total, e de alunos 5,8 milhões, cerca de 49,3%.

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Das meninas que engravidaram na adolescência, 13,1% estudavam na rede pública e apenas e 0,5% em escola privada.

Sobre as capitais brasileiras, Rio Branco ocupa o terceiro lugar no ranking de gravidez na adolescência do país. A capital acreana tinha em 2019 11%, seguida por Salvador com o maior número (13%) e Cuiabá (11,4%).

Relação sexual

O estudo do IBGE revela ainda dados de alunas que tiveram a primeira relação sexual na adolescência. No Acre, 43,8% das estudantes ouvidas contaram que fizeram sexo quando ainda eram menores.

Novamente, o percentual registrado no Acre ficou acima do número do Brasil (35,4%) e da região Norte (40,2%). O estado do Amazonas teve o maior número de meninas que tiveram a primeira relação sexual na adolescência do país, 45,8% do total de entrevistados em 2019. Logo em seguida aparece Amapá (45,6%).

Ainda sobre o estado acreano, o levantamento diz que 61,8% das meninas que fizeram sexo na adolescência usaram camisinha na primeira relação.

Já outras 30,8% das alunas entrevistadas falaram que tomaram a pílula do dia seguinte pelo menos uma vez na vida.

  • Fonte: G1.
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