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Comissão de Gestão de Riscos Ambientais debate política pública agroambiental para controle das queimadas

Por Redação Juruá em Tempo. 17/09/2021 15:54
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Os membros que compõem a Comissão Estadual de Gestão de Riscos Ambientais (CEGdRA) contribuíram na tarde desta quinta-feira, 16, para a fase final da pesquisa Política Pública Agroambiental e Queimadas Agropecuárias na Amazônia. A reunião, realizada virtualmente, foi conduzida pela diretora executiva da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e das Políticas Indígenas do Acre (Semapi), Vera Reis Brown.

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A comissão, formada por representantes de mais de 30 instituições governamentais e não-governamentais e Ministério Público do Estado (MPAC), reuniu ainda pesquisadores renomados que abordaram aspectos práticos, e colheu opiniões de gestores e lideranças ligadas ao setor produtivo quanto às dificuldades para implementação da proposta no âmbito das políticas públicas.

Vera Reis enalteceu a importância da pesquisa científica para subsidiar a implementação das políticas públicas. Segundo ela, todo conhecimento é bem-vindo para construção das políticas públicas no âmbito da temática ambiental.

O pesquisador responsável pelo estudo, Thiago Morello, que é professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC) apresentou os resultados da pesquisa que se deu a partir de quatro análises. Também contribuíram para a pesquisa Liana Anderson, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), e Sonaira Souza da Silva, que é coordenadora do Projeto AcreQueimadas da Universidade Federal do Acre (Ufac), entre outros.

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A primeira análise da pesquisa apoiou-se em evidências acerca da significância da disposição da população acreana a evitar sintomas e doenças respiratórias, bem como no fato de que as queimadas são necessárias à segurança alimentar de considerável parcela da população rural da Amazônia.

Outro ponto analisado foi acerca da compensação da redução do direito à queimada com ampliação da mecanização subsidiada. A terceira análise combinou teoria econômica e dados do Estado do Acre.

A quarta e última análise propôs contratos voluntários simulados subsidiando a mecanização e a “roça sem fogo”, a fim de estimular uma prática orgânica de preparo da terra proposta pela Embrapa Amazônia Oriental.

Ao final, a reunião serviu ainda para receber as contribuições dos membros da comissão, que puderam opinar e debater aspectos técnicos e científicos da pesquisa e dar sugestões aos questionamentos levantados ao longo das análises apresentadas.

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