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Taxa de desemprego cai no Acre, mas se mantém perto dos 16%, diz dados do IBGE

Por Redação Juruá em Tempo.1 de setembro de 2021Updated:2 de setembro de 20212 Minutos de Leitura
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Entre o 1° e o 2° trimestre de 2021, o desemprego no Acre caiu 0,9%, o número é considerado estável pelo IBGE. Porém, o desemprego continua muito alto, alcançando a marca de 15,9% da população em idade de trabalhar.

A taxa aqui apresentada é a 8° maior do Brasil, na qual a desocupação no 2° trimestre desse ano foi de 14,1% com queda de 0,6 ponto percentual se comparado ao 1° trimestre (14,7%), e alta de 0,8 pontos em relação ao 2° trimestre de 2020 (13,3%).

Em comparação ao trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em quatro unidades da Federação, apresentando estabilidade nas demais. As maiores quedas registradas foram no Amazonas (-1,9 p.p.), Espírito Santo (-1,5 p.p.), Rio de Janeiro (-1,5 p.p) e Minas Gerais (-1,3 p.p.). As maiores taxas de desocupação foram em Pernambuco (21,6%), Bahia (19,7%), Sergipe (19,1%) e Alagoas (18,8%). As menores taxas foram as de Santa Catarina (5,8%), Rio Grande do Sul (8,8%), Mato Grosso (9,0%), Paraná (9,1%) e Mato Grosso do Sul (9,9%) que ficaram abaixo de 10,0%.

A taxa de desocupação foi de 17,1% para mulheres e 11,7% para homens, ficando abaixo da média para brancos (11,7%) e acima para pretos (16,6%) e pardos (16,1%). A taxa para pessoas com nível superior incompleto (16,5%) foi maior à daqueles com o nível superior completo (7,5%).

São consideradas desocupadas na semana de referência, as pessoas sem trabalho (que geram rendimentos para o domicílio), que tomaram uma providência efetiva para consegui-lo no período de 30 dias e que se encontravam disponíveis para assumi-lo na semana de referência.

Também, são consideradas como desocupadas as pessoas sem trabalho na semana de referência que não tomaram providência efetiva para conseguir trabalho no período de referência de 30 dias por motivos de que já haviam conseguido trabalho que iriam começá-lo em menos de quatro meses após o último dia da semana de referência.

A variação percentual de empregados sem carteira de trabalho assinadas ou com empregos privados subiu de 34% para 38%. A queda no desemprego traz consigo sinais de precarização.

Os dados foram divulgados através da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE nesta terça-feira (31).

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