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“Bebezão” continua isolado para não ser morto em presídio de Cruzeiro do Sul e deverá ser transferido

Por Redação Juruá em Tempo.15 de novembro de 20213 Minutos de Leitura
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Após ter sido trocado de bloco para não ser morto por outros detentos, Moisés, mais conhecido como “Bebezão”, deverá ser transferido para o Seguro, onde a segurança é reforçada para abrigar presos ameaçados de morte e estupradores no Complexo Penitenciário Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul. A data da mudança não foi divulgada.

Bebezão é acusado de mandar assassinar a namorada, Genagila Lima, no dia 19 de setembro, sem autorização da facção criminosa que atua no Juruá. Após a direção do presídio ter conhecimento do plano do assassinato, ele foi transferido às pressas na última sexta-feira (12) do Bloco 8 para o 3, onde fica um preso por cela.

“Tivemos informações do decreto de uma organização criminosa. Por isso foi trocado de bloco”, explicou o diretor do presídio, o Policial Penal, Elves Barros.

No bloco 3, há presos que pertencem a facções e que não fazem parte de nenhum grupo criminoso. A única diferença é que os presos ficam um em cada cela, diminuindo assim o risco dele ser morto.

De acordo com uma fonte do presídio, Bebezão não será transferido para presídio de Rio Branco ou outro município.

Ameaça do CV
O primeiro aviso do decreto de morte de Bebezão foi dado pela facção, logo após a Polícia divulgar que ele foi o mandante da morte da própria namorada, Genagila Lima, torturada e morta, porque teria traído o morto. Ela foi morta por Gleisson Nascimento, o Pico, a mando de Bebezão.

O corpo da mulher foi encontrado em um lamaçal, com um tiro no coração e as mãos amarradas, na zona rural de Mâncio Lima. Pingo confessou ter recebido ordens de Bebezão para matar a namorada dele porque desconfiava de traição.

A facção negou que ele fizesse parte do grupo e determinou a sua morte. Na época não houve a troca de bloco, o que só ocorreu na última semana, quando o plano de execução deveria ser posto em prática.

Bebezão foi preso em junho de 2020, ao ajudar na tentativa de fuga de 30 presos do Bloco 7 do Complexo Penitenciário Manoel Neri. A fuga foi impedida pelas Polícias Militar, Civil e Penal, que encontraram ele e outro homem, Ergenildo, do lado de fora do presídio esperando os detentos que fugiriam. A fuga seria cinematográfica. Grampos para furar os pneus das viaturas policiais, cinco armas municiadas e R$ 20 mil foram encontrados pela Polícia com os dois homens.

Segundo o que ele disse à polícia que as armas e os grampos seriam entregues para os fugitivos. Dentro do presídio os presos do Bloco 7 fizerem buracos na parede ligando 3 celas e se preparavam para fugir, mas foram surpreendidos com a chegada dos polícias penais, que impediram a saída do grupo.

Após a tentativa de fuga, 6, presos de Cruzeiro do Sul foram transferidos para um presídio da capital.

Adevanir Silva Gonçalves, policial penal de Cruzeiro do Sul, foi demitido pelo presidente do Instituto Penitenciário – IAPEN, Arlenilson Barbosa Cunha em maio deste ano depois que a participação dele na tentativa de fuga ter sido confirmada.

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