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Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Acre organiza reunião trinacional em Assis Brasil

Por Redação Jurua em Tempo 25/03/2022 12:11
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Com o objetivo de firmar parceria e estreitar a comunicação com as nações vizinhas, além de apresentar o perfil epidemiológico de fronteira, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Fronteira de Brasileia organizou uma Reunião Trinacional de Saúde, na última quarta-feira, 23, em Assis Brasil, no auditório da prefeitura da cidade.

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Em momentos de pandemia é importante manter um controle do perfil epidemiológico da população para entender como o vírus circula numa determinada região. No Acre, esse é um importante trabalho desempenhado pelo Centro de Informações. 

A fronteira é uma zona permeável para doenças, por conta do grande tráfego de pessoas. Foto: cedida

O evento teve como participantes representantes do Cievs de Fronteira de Brasileia; das vigilâncias epidemiológicas de Assis Brasil, Epitaciolândia, Xapuri e Brasileia; a equipe de epidemiologia do Serviço Departamental de Saúde (Sedes) de Pando; a equipe de epidemiologia de Madre de Dios; secretários municipais de Saúde do Alto Acre; diretores departamentais de Saúde de Pando e Madre de Dios; representantes do Cievs estadual; e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

A ação foi idealizada pelo Cievs de Fronteira e surgiu da necessidade de estreitar relações e trocar informações epidemiológicas, além de discutir a possibilidade de ações conjuntas na fronteira entre Brasil, Peru e Bolívia.

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O chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, Gabriel Mesquita, explica que a reunião é importante para traçar as políticas de saúde que vão ser adotadas, e organizar uma resposta a eventos com potencial de constituir uma emergência de saúde pública.

“O encontro foi importante para que os gestores dos municípios da regional do Alto Acre, que fazem fronteira com Bolívia e Peru, pudessem conhecer o perfil epidemiológico da região, compartilhando entre si experiências, e debater ações que possam ser realizadas entre os três países, de modo que seja possível minimizar os impactos das doenças da população residente nas fronteiras”, conclui o gestor.

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