Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Moraes determina busca e apreensão a jornalista após reportagem sobre carro funcional usado por Dino
  • Mãe dos meninos mortos pelo secretário de Itumbiara desabafa um mês após o crime: ‘Até hoje não consigo acreditar’
  • Benki Piyãko celebra conquista do Prêmio Niwano da Paz: “Reconhecimento pela luta e pela vida”
  • Após desentendimento com Virginia, Zé Felipe viaja com os filhos
  • Homem acusado de abusar sexualmente de ovelha é agredido no interior do Acre
  • Condenado por roubo, tráfico e furto é preso no interior do Acre
  • Delegado é condenado por stalking e violência contra ex-namorada no Acre
  • Com Vagner cutucando Alan, Mailza chancela MDB na chapa como vice: “vamos avançar muito mais”
  • Motorista de aplicativo é feito refém durante roubo a loja de confecções em Cruzeiro do Sul; veja momento do assalto
  • VÍDEO: Dupla assalta distribuidora no bairro João Alves, em Cruzeiro do Sul: “cadê o celular, p*rra?!”
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, março 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Justiça absolve Aécio Neves de acusação de recebimento de propina de R$ 2 milhões da J&F

Por Redação Jurua em Tempo11 de março de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo absolveu o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) da acusação de recebimento de propina de R$ 2 milhões do grupo J&F em 2017, quando o parlamentar era senador.

“A farsa foi desmascarada. Depois de cinco anos de explorações e injustiças, foi demonstrada a fraude montada por membros da PGR [Procuradoria-Geral da República] e por delatores que colocou em xeque o estado democrático de direito no país”, disse a defesa de Aécio.

A denúncia do Ministério Público Federal de São Paulo acusou o deputado, sua irmã Andréa Neves da Cunha, seu primo Frederico Pacheco de Medeiros e um ex-assessor parlamentar de Aécio à época, Mendherson Souza Lima, de terem feito a cobrança de pagamento indevido, entre fevereiro e maio de 2017, e recebido de Joesley Mendonça Batista, presidente do grupo J&F.

“Com base nos motivos expendidos […] julgo improcedente a ação penal para absolver Aécio Neves da Cunha, Andréa Neves da Cunha, Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, qualificados nos autos, do crime descrito no artigo 317 [que trata de corrupção ativa e passiva] no Código Penal”, sentenciou o juiz federal Ali Mazloum, da 7ª Vara.

Em seu posicionamento, enviado pela sua defesa, Aécio lembra sobre o depoimento do empresário no processo e lamenta o período que durou a acusação.

“Em depoimento prestado à Justiça de São Paulo, o próprio delator Joesley Batista reconheceu que nunca houve qualquer irregularidade, qualquer pedido de recursos ou qualquer contrapartida na relação mantida com Aécio Neves. A Justiça demorou para ser feita, mas se impôs. A lamentar o injusto sofrimento causado a tantas pessoas de bem por tanto tempo”.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.