Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mais de 200 vagas de emprego são ofertadas no Acre nesta sexta-feira (17); veja como concorrer
  • Acre entra no mapa das regiões produtoras de café do Brasil
  • Com 26,4%, Acre aumenta gastos com investimentos em meio à redução do caixa dos estados
  • Rio Juruá sai da Cota de Alerta em Cruzeiro do Sul
  • Estado é condenado a pagar danos morais a mãe de detento morto após demora em atendimento médico
  • Hugo Motta marca sessão da Câmara nesta sexta para acelerar PEC 6×1
  • Comissão aprova projeto que recoloca estado e município nas placas de veículos no Brasil
  • Calor de até 31º C e risco de temporais marcam esta sexta-feira (17) no Acre
  • Adriane Galisteu evitou álcool até quase os 40 por conta do pai alcoólatra
  • Exército Brasileiro homenageia Luciano Huck com medalha oficial
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, abril 17
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Nos bastidores da guerra, China move peças para se fortalecer contra EUA

Por Redação Juruá em Tempo.18 de março de 202211 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Quase um mês depois de as tropas de Vladimir Putin invadirem a Ucrânia e desencadearem a maior ação militar em solo europeu desde a II Guerra Mundial, as peças do intrincado xadrez geopolítico global se movem em velocidade espantosa, desenhando uma nova configuração de poder. A Rússia, à custa de morte e destruição, tenta sacudir a irrelevância a que foi relegada com o fim da União Soviética, em 1991. A Europa superou as diferenças internas para se unir contra a sanha expansionista russa, impondo duríssimas sanções ao governo de Moscou e acionando uma rede de abrigo aos ucranianos em fuga. Os Estados Unidos reeditaram seu enferrujado protagonismo internacional, reforçando a aliança militar ocidental, a Otan, e destinando mais de 13,6 bilhões de dólares em ajuda a Kiev. E a China, onde entra nisso? Potência econômica em permanente expansão, com interesses espalhados pelos quatro cantos do globo, ela se equilibra no muro da neutralidade dúbia e movediça, sabendo que, se mover as peças com habilidade, como tem feito, é quem mais tirará vantagem do novo cenário.

OS PARCEIROS - Putin e Xi: a amizade “sem limites” balançou diante da lentidão do avanço dos invasores -
OS PARCEIROS - Putin e Xi: a amizade “sem limites” balançou diante da lentidão do avanço dos invasores – Alexei Druzhinin/KREMLIN/EPA/EFE

Antes de jogar no lixo séculos de avanço civilizatório e atacar a Ucrânia, Putin tratou de estrategicamente reforçar os laços com a China, o grande pilar do lado Oriental capaz de lhe dar guarida contra as forças do Ocidente. Único líder de peso a prestigiar a abertura da Olimpíada de Inverno de Pequim, em fevereiro, ele aproveitou o palco para formar dupla com o presidente Xi Jinping. Os dois tiveram “discussões calorosas” e condenaram “a interferência de forças externas em assuntos de países soberanos”. A amizade entre Rússia e China “não tem limites”, afirmou Xi. Àquela altura, as tropas russas já contornavam a fronteira ucraniana, mas o governo chinês, da mesma forma que a maioria dos analistas, devia achar que o bote, se fosse dado, seria rápido e certeiro considerada a imensa superioridade militar. O que se viu, no entanto, foi uma resistência feroz, aliada a um eficiente fluxo de mísseis, drones e equipamentos supridos pelo Ocidente, que freou o avanço dos invasores.

Ao mesmo tempo, europeus e americanos estrangularam a economia russa fechando os bancos e instituições financeiras a todo tipo de transação com o país, congelaram suas reservas, empreenderam uma cruzada contra os oligarcas bilionários que sustentam o regime e cortaram o fornecimento de produtos cruciais, como chips e equipamentos da indústria petrolífera. Quase todas as grandes marcas internacionais, do McDonald’s à Shell, saíram da Rússia, unindo-se à indignação contra a invasão (leia a coluna de Vilma Gryzinski, na pág. 49). Diante da inesperada reação, a China, mais que depressa, tratou de corrigir sua rota, se movimentando com mestria em seu próprio xadrez chinês — o jogo de tabuleiro que envolve uma batalha tática.

APELO VIRTUAL - Zelensky fala aos congressistas americanos: pedido dramático de mais armas e mais ajuda -
APELO VIRTUAL – Zelensky fala aos congressistas americanos: pedido dramático de mais armas e mais ajuda – J. Scott Applewhite/AFP

A posição de Pequim, por ora, é não se comprometer com nenhum lado. O Ministério das Relações Exteriores declarou que a Ucrânia tem direito à soberania sobre seu território, mas simultaneamente se recusou a censurar a Rússia na Assembleia-­Geral da ONU. “O pragmatismo da diplomacia chinesa é antigo, vem desde os tempos de Mao Tsé-tung”, lembra Jude Blanchette, especialista do Center for Strategic and International Studies, de Washington. O chanceler Wang Yi garantiu que seu país vai respeitar as sanções internacionais contra a Rússia, mas a operadora de cartões chinesa UnionPay está pronta para ocupar o lugar de Visa e Mastercard, que restringiram sua atuação.

arte China Europa

Na ordem dos parceiros econômicos, a Rússia é chá pequeno para a China — o comércio entre os dois países representa um décimo do 1,4 trilhão de dólares em bens trocados com os Estados Unidos e a Europa (veja o quadro). “A China tem o direito de salvaguardar seus direitos e interesses legítimos”, traduziu Wang Yi, em bom mandarim. Nem por isso os chineses vão deixar de tirar partido do enfraquecimento econômico da Rússia em tempos de guerra. Em gesto revelador, o embaixador da China em Moscou recomendou, em recente reunião com os principais investidores chineses, que aproveitem a crise para comprar ativos depreciados. Não será a primeira vez. Após a anexação da província ucraniana da Crimeia, em 2014, a Rússia sofreu uma série de punições internacionais. Pequim aproveitou o vazio e, em 2021, o comércio entre os dois países bateu recorde de 147 bilhões de dólares.

 

ATAQUE CONTRA CIVIS - Resgate em prédio de Kiev: bombas na capital -
ATAQUE CONTRA CIVIS - Resgate em prédio de Kiev: bombas na capital – State Emergency Service of Ukraine/AFP

A China é uma potência industrial, mas carece de recursos naturais. A Rússia é o exato oposto. A aproximação entre os dois traz para a China a vantagem extra de ter onde comprar armas, um dos poucos setores em que a Rússia mantém superioridade. Até pouco tempo atrás, Moscou relutava em fornecer aos chineses, notórios copiadores de projetos alheios, mas agora a situação mudou. “Com boa parte do mundo unida para punir a Rússia, a economia já sofre um duro golpe, e o apoio econômico da China é fundamental”, diz Helena Legarda, analista do Mercator Institute for China Studies, com sede em Berlim. Enquanto assume cautelosamente a posição de salvadora da pátria russa, a China trabalha para manter intacta sua ponte para a Europa, cuidadosamente construída por Xi Jinping. Ao longo da última década, os chineses investiram pesado na expansão de empresas para o pujante mercado europeu. “Para assumir a dianteira da globalização, a China sabe que precisa de uma economia aberta e integrada”, avalia Salvatore Babones, sociólogo da Universidade de Sidney.

No rearranjo do tabuleiro mundial, a Europa surge como peça fundamental entre o Ocidente e o Oriente. Os bombardeios incessantes sobre a Ucrânia, que arrasaram cidades como Mariupol e Kharkiv, chegaram nos últimos dias à capital, Kiev, atingindo prédios e aterrorizando civis. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, depois de pedir admissão imediata na Otan — o que por um lado lhe daria tremendo poderio bélico e, por outro, poderia desencadear a III Guerra Mundial —, admitiu que seu país provavelmente nunca entrará na aliança, o que atende a uma das principais exigências russas. “Passamos anos ouvindo que a porta estava aberta, mas agora dizem que não podemos entrar. E é verdade”, falou Zelensky, pouco antes de trilhar mais uma etapa de seu périplo virtual pelos Parlamentos aliados, desta vez dirigindo um dramático apelo por mais armas e mais ajuda aos congressistas americanos reunidos na Casa Branca.

TODOS POR UM - Líderes da União Europeia se reúnem em Paris: reação conjunta à guerra fortaleceu o bloco -
TODOS POR UM - Líderes da União Europeia se reúnem em Paris: reação conjunta à guerra fortaleceu o bloco – Ludovic Marin/AFP

É na Europa que os Estados Unidos, ainda o país mais poderoso do mundo, tentam se impor na linha de frente da defesa da democracia, lubrificando as engrenagens da Otan, a aliança que, sob seu comando, agregou a Europa Ocidental contra a ameaça do bloco comunista. O bloco virou pó, mas a Otan não só sobreviveu como cooptou países da banda “inimiga”, um dos gatilhos para a deplorável investida de Putin contra o vizinho mais fraco. A imediata e unânime reação dos países europeus à tirania do autocrata russo, no entanto, jogou água fria nos desígnios do governo de Joe Biden — vários estão tomando medidas para, pela primeira vez desde a II Guerra, reforçar orçamentos de defesa e se armar contra novas ameaças. A China, evidentemente, dá apoio incondicional ao movimento. Em longos editoriais, analistas da mídia estatal incentivam a Europa a decidir seu rumo sem interferência americana.

DE NOVO - Policial leva alimentos à população isolada: a economia chinesa sofre com a pandemia -
DE NOVO - Policial leva alimentos à população isolada: a economia chinesa sofre com a pandemia – ./AFP

A doutrina Xi, que rege a China e deve continuar a fazê-lo por muito tempo, uma vez que ele pretende conquistar novo mandato neste ano, prega a absoluta coesão interna como fator vital para a expansão externa que fará do país a próxima superpotência mundial. Até 2030, prevê-se que o PIB chinês, de fato, passe o americano — este o grande embate deste século, que transcorre em bases distintas da polarização do passado, entre Estados Unidos e União Soviética. A ambição hegemônica de Pequim vem sendo posta à prova pela pandemia — empenhado em zerar as infecções, o governo impõe quarentenas que interrompem cadeias produtivas e afetam os resultados econômicos. A guerra na Ucrânia — sobre a qual Biden e Xi tinham uma conversa virtual marcada para sexta-feira 18 — veio redesenhar, com traços mais firmes, o curso planejado pelos estrategistas chineses para alcançar o topo do mundo. Com a Rússia dependente de seu suporte e entalada em uma guerra possivelmente sem vencedores, com a Europa mais independente e precavida, a China ganhará nova estatura no embate com o rival Estados Unidos. E o mundo, provavelmente, nunca mais será o mesmo.

Uma boneca abandonada ao lado de um carro crivado de balas em Irpin, ao norte de Kiev -
1/30 Uma boneca abandonada ao lado de um carro crivado de balas em Irpin, ao norte de Kiev – (Sergei Supinsky/AFP)
Um corpo de homem morto durante um bombardeio em uma rua ao lado de edifícios residenciais no distrito de Obolon, em Kiev -
2/30 Um corpo de homem morto durante um bombardeio em uma rua ao lado de edifícios residenciais no distrito de Obolon, em Kiev – (Mikhail Palinchak/EPA/EFE)
Um homem passa por um corpo coberto do lado de fora de um bloco de apartamentos destruído depois de ter sido bombardeado no distrito de Obolon -
3/30 Um homem passa por um corpo coberto do lado de fora de um bloco de apartamentos destruído depois de ter sido bombardeado no distrito de Obolon – (Aris Messinis/AFP)
Uma mulher local carrega um gato ao deixar sua casa destruída após bombardeio em Kiev -
4/30 Uma mulher local carrega um gato ao deixar sua casa destruída após bombardeio em Kiev – (Sergey Dolzhenko/EFE)
Bombeiros trabalhando para apagar um incêndio que eclodiu em um prédio de apartamentos atingido por um bombardeio em Kiev -
5/30 Bombeiros trabalhando para apagar um incêndio que eclodiu em um prédio de apartamentos atingido por um bombardeio em Kiev – (Aris Messinis/AFP)
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky tira uma selfie com um homem ferido deitado em uma cama durante uma visita a um hospital militar após combates na região de Kiev -
6/30 O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky tira uma selfie com um homem ferido deitado em uma cama durante uma visita a um hospital militar após combates na região de Kiev – (Presidência da Ucrânia/AFP)
Membros da comunidade ucraniana durante um serviço pela paz na Ucrânia e vítimas de guerra em uma igreja católica ucraniana cheia de caixas de ajuda humanitária, em Berlim -
7/30 Membros da comunidade ucraniana durante um serviço pela paz na Ucrânia e vítimas de guerra em uma igreja católica ucraniana cheia de caixas de ajuda humanitária, em Berlim – (Filip Singer/EPA/EFE)
Bombeiros removem o corpo de uma mulher de um prédio de apartamentos destruído em Kiev -
8/30 Bombeiros removem o corpo de uma mulher de um prédio de apartamentos destruído em Kiev – (Aris Messinis/AFP)
bombeiros retiram uma idosa de um prédio de apartamentos atingido por bombardeios no distrito de Obolon, em Kiev -
9/30 bombeiros retiram uma idosa de um prédio de apartamentos atingido por bombardeios no distrito de Obolon, em Kiev – (Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia/AFP)
Equipe de emergência retira o corpo de um morador de um prédio residencial de 16 andares que foi destruído em Kiev -
10/30 Equipe de emergência retira o corpo de um morador de um prédio residencial de 16 andares que foi destruído em Kiev – (Sergei Supinky/AFP)
Um funcionário dissidente russo do Channel One entrar no estúdio de TV Ostankino durante o noticiário noturno mais assistido da Rússia, segurando um pôster que diz "Sem Guerra" e condenando a ação militar de Moscou na Ucrânia em Moscou
11/30 Um funcionário dissidente russo do Channel One entrar no estúdio de TV Ostankino durante o noticiário noturno mais assistido da Rússia, segurando um pôster que diz “Sem Guerra” e condenando a ação militar de Moscou na Ucrânia em Moscou (//AFP)
Uma mulher é retirada de um prédio de apartamentos em chamas, em Kiev -
12/30 Uma mulher é retirada de um prédio de apartamentos em chamas, em Kiev – (Aris Messinis/AFP)
Um médico transporta o cadáver de um homem civil, alegadamente morto pelo exército russo, em um necrotério, em Brovary -
13/30 Um médico transporta o cadáver de um homem civil, alegadamente morto pelo exército russo, em um necrotério, em Brovary – (Roman Pilipey/EPA/EFE)
Policiais russos detêm um participante de uma manifestação não autorizada contra a 'operação militar especial' russa na Ucrânia, em São Petersburgo -
14/30 Policiais russos detêm um participante de uma manifestação não autorizada contra a ‘operação militar especial’ russa na Ucrânia, em São Petersburgo – (Anatoly Maltsev/EPA/EFE)
Refugiados ucranianos se despedem enquanto se preparam para partir para a Polônia na estação ferroviária de Lviv, no oeste da Ucrânia -
15/30 Refugiados ucranianos se despedem enquanto se preparam para partir para a Polônia na estação ferroviária de Lviv, no oeste da Ucrânia – (Mykola Tys/EPA/EFE)
Militares ucranianos carregam uma idosa em uma maca em um caminho improvisado para atravessar um rio próximo a uma ponte destruída enquanto as pessoas fogem da cidade de Irpin, a noroeste de Kiev -
16/30 Militares ucranianos carregam uma idosa em uma maca em um caminho improvisado para atravessar um rio próximo a uma ponte destruída enquanto as pessoas fogem da cidade de Irpin, a noroeste de Kiev – (Dimitar Dilkoff/AFP)
Uma figura gigante representando o presidente russo Vladimir Putin engolindo um mapa da Ucrânia é vista durante uma manifestação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, em Berlim -
17/30 Uma figura gigante representando o presidente russo Vladimir Putin engolindo um mapa da Ucrânia é vista durante uma manifestação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, em Berlim – (John Macdougall/AFP)
Bombeiros removem o corpo de uma mulher de um prédio de apartamentos destruído em Kiev -
18/30 Bombeiros removem o corpo de uma mulher de um prédio de apartamentos destruído em Kiev – (Aris Messinis/AFP)
Um cachorro dorme nos escombros do prédio principal da escola destruído após ser bombardeado, em Zhytomyr, na Ucrânia -
19/30 Um cachorro dorme nos escombros do prédio principal da escola destruído após ser bombardeado, em Zhytomyr, na Ucrânia – (Miguel A. Lopes/EPA/EFE)
Esta fotografia tirada em 12 de março de 2022 mostra um bonde destruído em Kharkiv -
20/30 Esta fotografia tirada em 12 de março de 2022 mostra um bonde destruído em Kharkiv – (Sergey Bobok/AFP)
Militares ucranianos carregam o corpo de um companheiro em uma maca na cidade de Irpin -
21/30 Militares ucranianos carregam o corpo de um companheiro em uma maca na cidade de Irpin – (Aris Messinis/AFP)
Passageiros se deslocam em uma plataforma após a chegada de um trem de Przemysl, em Berlim -
22/30 Passageiros se deslocam em uma plataforma após a chegada de um trem de Przemysl, em Berlim – (Clemens Bilan/EFE)
Olena Makukh sentada ao lado de seu marido Vilaty Makukhis, que está em tratamento de covid-19 desde 16 de fevereiro e agora está no abrigo subterrâneo do Hospital Zhytomyr, na Ucrânia -
23/30 Olena Makukh sentada ao lado de seu marido Vilaty Makukhis, que está em tratamento de covid-19 desde 16 de fevereiro e agora está no abrigo subterrâneo do Hospital Zhytomyr, na Ucrânia – (Miguel A. Lopes/EPA/EFE)
Refugiados fazem fila enquanto esperam por mais transporte na fronteira de Medyka -
24/30 Refugiados fazem fila enquanto esperam por mais transporte na fronteira de Medyka – (Louisa Gouliamaki/AFP)
Refugiados da Ucrânia chegam depois de cruzar a fronteira ucraniana com a Polônia, no posto fronteiriço de Medyka, no sudeste polônes -
25/30 Refugiados da Ucrânia chegam depois de cruzar a fronteira ucraniana com a Polônia, no posto fronteiriço de Medyka, no sudeste polônes – (Louisa Gouliamaki/AFP)
Aleina e seu marido abraçam seu recém-nascido Snizhana após dar à luz na maternidade, enquanto sirenes alertam sobre ataques aéreos em Mykolaiv -
26/30 Aleina e seu marido abraçam seu recém-nascido Snizhana após dar à luz na maternidade, enquanto sirenes alertam sobre ataques aéreos em Mykolaiv – (Bulent Kilic/AFP)
Um homem carrega bagagem do edifício residencial atingido pelo bombardeio da artilharia russa, em Kiev -
27/30 Um homem carrega bagagem do edifício residencial atingido pelo bombardeio da artilharia russa, em Kiev – (Roman Pilipey/EPA/EFE)
Um cadáver de um homem civil em um necrotério de Brovary, na região de Kiev -
28/30 Um cadáver de um homem civil em um necrotério de Brovary, na região de Kiev – (Roman Pilipey/EPA/EFE)
Médicos ajudam uma idosa depois que ela foi evacuada de uma vila próxima a Kiev, ocupada pelo exército russo -
29/30 Médicos ajudam uma idosa depois que ela foi evacuada de uma vila próxima a Kiev, ocupada pelo exército russo – (Oeg Petrasyuk/EPA/EFE)
Uma mulher que deu à luz seu bebê está no porão de uma maternidade enquanto sirenes alertam para ataques aéreos em Mykolaiv -
30/30 Uma mulher que deu à luz seu bebê está no porão de uma maternidade enquanto sirenes alertam para ataques aéreos em Mykolaiv – (Bulent Kilic/AFP)

Publicado em VEJA de 23 de março de 2022, edição nº 2781

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.