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Saúde vacina população acreana com a quarta dose: confira quem pode tomar

Por Redação Jurua em Tempo 02/03/2022 15:49
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O governo do Acre tem contribuído para levar vacina de combate à covid-19 a todo o estado, e para continuar nesse empenho, a Saúde do Acre liberou aos imunossuprimidos, que têm uma baixa imunidade, seja natural ou adquirida, uma dose extra de vacina, para que essas pessoas continuem protegidos contra a doença.

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Por apresentar mais suscetibilidade a doenças graves , esse grupo precisa de uma reposição de anticorpos mais rápida do que a população em geral. A possibilidade de se vacinar com quarta dose da vacina, que foi liberada no estado desde o mês de dezembro de 2021, após a orientação do Ministério da Saúde aos estados da União, traz ao estado mais chances de completar o esquema vacinal e manter os cidadãos acreanos seguros contra a covid-19.

Em um informe técnico, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), por meio Programa Nacional de Imunização Estadual (PNI), enviou uma orientação técnica aos municípios acreanos em dezembro sobre a vacinação dessa clientela.

De acordo com o documento, entende-se por imunossuprimidos e que podem tomar quarta dose:

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  1. Portadores de imunodeficiência primária grave;
  2. Pacientes em quimioterapia para câncer;
  3. Transplantados de órgãos sólidos ou de células-tronco, ou que fazem uso de drogas imunossupressoras;
  4. Pessoas vivendo com HIV/aids;
  5. Usuários de prednisona (corticoide) em doses diárias iguais ou superiores a 20mg, ou substâncias equivalentes, por período igual ou superior a 14 dias;
  6. Usuários de drogas modificadoras da resposta imune;
  7. Pessoas com doenças autoinflamatórias e doenças intestinais inflamatórias;
  8. Pacientes em hemodiálise e
  9. Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

“A proteção de anticorpos do imunodeprimido cai mais rápido do que na população comum, por isso existe a necessidade de uma quarta dose. O esquema ideal para a pessoa com imunossupressão grave é: 28 dias depois de ter tomado a segunda dose, imunizar-se com a dose adicional, e depois de quatro meses, tomar a dose de reforço”, destaca a coordenadora do PNI Estadual, Renata Quiles.

A gestora ressalta ainda que o informe técnico foi passado aos municípios e que, por conta do tempo de espera entre primeira e segunda dose, a maior parte desse público só começou a tomar o imunizante adicional em janeiro.

Para tomar esse reforço, os imunossuprimidos devem procurar as unidades de saúde que fazem a imunização do público adulto. O laudo para imunodepressão só é necessário caso o paciente não tenha apresentado o documento no ato de vacinação de primeira ou segunda dose.

Confira como fica o esquema vacinal de imunossuprimidos acima de 18 anos:

 

 

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