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Advogados e promotor trocam alfinetadas antes de julgamento do caso Jonhliane

Por Redação Juruá em Tempo. 17/05/2022 10:31
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Os motoristas Ícaro José Pinto e Alan Lima vão ser julgados por um júri popular nesta terça-feira, 17, pela morte da jovem Jonhliane de Souza, atropelada em agosto de 2020, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco.

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O julgamento, que será no Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco, teve troca de farpas entre o promotor de justiça Efrain Mendoza e os advogados de defesa dos acusados, Silva Neto (Ícaro Pinto) e Eliane Cristina (Alan Araújo).

O promotor Efraim Mendoza destacou que no julgamento haverá uma testemunha chave que presenciou o exato momento do impacto fatal que pode definir a existência do crime doloso. Além disso, o promotor destacou que a defesa de Ícaro e Alan pretendem colocar uma terceira pessoa envolvida no caso. “Não tem como um Onix competir com um Fusca e uma BMW”, declarou.

A banca de advogados de Ícaro Pinto veio em peso para o julgamento. O advogado responsável, Silva Neto, não tirou a responsabilidade de Ícaro Pinto, porém, inocentou o outro envolvido, Alan Araújo. “Eu creio que foi um acidente, o júri hoje vai ter a oportunidade de estabelecer o parâmetro correto e trazê-lo para um homicídio culposo. Jamais foi homicídio doloso”, defendeu.

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