Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Família apela por transferência de paciente que aguarda transplante cardíaco há 2 meses
  • Ator Bruno Gagliasso já tem data para vir ao Acre durante gravação de filme
  • Tierry é confirmado para show em Rio Branco na Festa do Trabalhador
  • Em Rio Branco, Ricco abre “caixa-preta” do transporte coletivo e acusa prefeitura de calote e omissão
  • Bebê de 11 dias é transferido em UTI aérea do Acre para cirurgia cardíaca urgente em São Paulo
  • Lula agradece ‘pica’ oferecida por premiê de Portugal, Luís Montenegro
  • VÍDEO: Corpo de jovem permanece em hospital com presença de urubus e revolta família no interior do Acre
  • Acre registra 19 mortes por doenças respiratórias em 2026; casos se concentram em crianças
  • Humorista Marquito inicia fisioterapia oral para voltar a falar e comer
  • Com saco na cabeça e mãos amarradas, homem é achado morto com bilhete
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 22
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Com projeto sobre segurança alimentar, indígena de 22 anos do Acre participa de programa de lideranças da Amazônia no Brasil

Por Redação Juruá em Tempo.25 de maio de 20224 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A indígena da etnia Puyanawa, Caroline da Costa, de 22 anos, de Mâncio Lima, foi uma das selecionadas na 2° rodada do Programa Mulheres Indígenas Lideranças da Amazônia. Cada liderança receberá suporte técnico da Conservação Internacional (CI-Brasil) e o valor de 10 mil dólares, cerca de R$ 54 mil, para desenvolver suas iniciativas ao longo de um ano.

Estudante de tecnologia em agroecologia do Instituto Federal do Acre (Ifac), Caroline apresentou um projeto sobre segurança alimentar dentro das aldeias focando em técnicas sustentáveis.

“O meu projeto é sobre um plantio consorciado de espécies frutíferas. Nosso objetivo é poder recuperar as áreas degradadas da nossa aldeia e também ter uma soberania alimentar, gerando renda para nossos parentes, e beneficiar algumas propriedades. Ensinar a eles formas e técnicas de plantio, com todo conhecimento técnico que já venho buscando no decorrer do meu curso”, disse.

A rodada se inicia neste mês de maio e seguirá um cronograma de atividades até junho de 2023. Caroline disse que se sentiu muito honrada ao ser selecionada, principalmente devido à sua pouca idade. Ela já desenvolve, dentro da aldeia, a venda de artesanato indígena feito pelo seu povo.

“A gente coloca todo nosso conhecimento tradicional nas nossas artes e o projeto mesmo vai beneficiar o povo de várias maneiras, porque vamos recuperar áreas já degradadas, consideradas áreas mortas. Vamos dar uma ideia para alguns agricultores, um caminho, um meio de vida que a gente pretende gerar renda dentro da nossa comunidade”, destaca.

Técnicas sustentáveis

Além de ensinar técnicas sustentáveis, a estudante também pretende monitorar a vendas de frutos, por exemplo.

“Sou filha de agricultores e artesãos e a gente já viu essa prática a vida toda e trabalhar de forma natural, sustentável e estudar esse curso é muito bom para o meu objetivo de vida, para o que eu quero trazer pro meu povo, que já tem uma referência com relação ao reflorestamento com alguns parentes nossos. Temos associação agroextrativista dentro da nossa comunidade que já desempenha alguns projetos parecidos”, diz.

Já sobre o programa, que tem o intuito de fortalecer as lideranças femininas indígenas, ela ressalta que é de suma importância, uma vez que incentiva e motiva cada vez mais a atuação de mulheres nessa área.

“Esse projeto tem como objetivo reunir, fortalecer a liderança da jovem, da mulher. A gente pode reunir os anciãos, jovens e mais mulheres para esse campo de agricultura, porque sabemos que esse campo de produtores e agricultores é um campo muito machista, onde se vê poucas mulheres, mas que é importante porque fortalece essa causa, além de trazer sustentabilidade para nossas aldeias”, finaliza.

Outra acreana selecionada foi Maria Valdenice Silva de Souza, do povo Inu Kui Ni, de Mâncio Lima, que apresentou um projeto sobre restauração florestal.

Carol Puyanawa já trabalha dentro da aldeia vendendo os artesanatos  — Foto: Arquivo pessoal

Entenda

O Programa Mulheres Indígenas Lideranças em Soluções Socioambientais na Amazônia abriu, em fevereiro, inscrições para selecionar seis projetos desenvolvidos por mulheres indígenas do Brasil.

As selecionadas devem receber uma bolsa de US$ 10 mil, cerca de R$ 54 mil. O objetivo do programa é apoiar ideias e iniciativas lideradas por mulheres que visem o bem-estar das comunidades e territórios indígenas, com foco em temas relacionados à conservação, tradições e saberes ancestrais, direitos indígenas e reconhecimento legal, produção sustentável, soberania alimentar, língua e cultura, fortalecimento de organizações, entre outros.

Foram priorizadas propostas inovadoras, que abordam soluções socioambientais criativas e favoreçam o engajamento de mais mulheres em questões relacionadas à conservação e o desenvolvimento de redes de lideranças femininas indígenas.

Sobre o Programa de Mulheres Indígenas

O Programa Mulheres Indígenas Lideranças na Amazônia é uma iniciativa do projeto Nossas Futuras Florestas – Amazônia Verde, implementado pela Conservação Internacional com o apoio da Coordenadoria das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (do espanhol, Coica) e do governo francês. O projeto promove e apoia os esforços de conservação de 26 povos indígenas e comunidades locais, por meio de ferramentas, treinamento e financiamento necessários para o manejo de seus territórios e conservação da Amazônia.

Sobre a Conservação Internacional (CI-Brasil)

A Conservação Internacional usa ciência, política e parcerias para proteger a natureza da qual as pessoas dependem para obter alimentos, água doce e meios de subsistência. Fundada em 1990 no Brasil, a Conservação Internacional trabalha em mais de 30 países em seis continentes para garantir um planeta saudável e próspero, que sustenta a todos.

  • Fonte: g1 Acre.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.