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Home»COTIDIANO

Convergências e Divergências entre o movimento indígena e os partidos políticos

Por Redação Jurua em Tempo29 de junho de 2022Updated:29 de junho de 20223 Minutos de Leitura
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As eleições de 2020 celebraram a maior vitória do movimento indígena no âmbito eleitoral brasileiro, com 236 indígenas eleitos de 71 povos diferentes.

Contudo, merece atenção especial as siglas pela qual se elegeram a maior parte dos indígenas brasileiros. Apenas a menor parte se deu em siglas partidárias ditas de esquerda. É verdade que o PT elegeu o maior número de candidatos indígenas: 25. Mas é seguido de perto pelo MDB, com 22, e o PSD, 19. Olhando na totalidade, partidos de esquerda e centro esquerda ficaram com a menor fatia, enquanto centro, centro-direita e direita ficaram com a maioria dos candidatos eleitos.

O tema deve ser motivo de reflexão. Por que, afinal, candidatos indígenas, em partidos não tão identificados com as causas indígenas, obtiveram em geral maior sucesso nas eleições?

Talvez seja impossível uma explicação geral sobre o fenômeno. Mas quando observadas de perto as realidades locais e regionais dos partidos políticos, é possível vislumbrar o quanto essas realidades locais influíram nesse quadro.

No Acre, o caso mais evidente foi a (re)eleição de Isaac Piyãko para a prefeitura de Marechal Thaumaturgo pelo PSD, partido do senador Sérgio Petecão. Ocorre que, por mais que o PT se declare favorável às causas indígenas, na realidade local de Marechal Thaumaturgo, não houve espaço na sigla para que Piyãko pudesse disputar. Na verdade, o PT fez oposição ferrenha à Isaac durante os quatro anos de mandato, e lançou uma candidatura de oposição, junto com o MDB, adversários históricos, que acabou derrotada nas eleições de 2020.

Francisco Piyãko disputou as eleições de 2018 pelo PSOL, talvez o partido que mais tem defendido a causa indígena, por meio de sua principal expoente, Sônia Guajajara. Francisco, contudo, não obteve o número de votos suficientes. Segundo Francisco, o partido não investiu na sua candidatura.

“O PSOL não priorizou minha candidatura, não apostou, e faltaram cerca de 4 mil votos para vencer. O PT também não apoiou. De cerca de 12 milhões de reais investidos na campanha no estado, a minha campanha recebeu apenas 2.500 reais”, disse Francisco durante entrevista.

Segundo Francisco, houve um convite do ex-senador Jorge Viana (PT) para disputar as eleições deste ano, mas na sua avaliação, suas chances seriam menores. “Reconheço o grande trabalho que foi feito e os avanços que foram conquistados durante os governos do PT. Mas não houve renovação. A política ficou fechada, restrita a um pequeno grupo”.

De modo bastante objetivo: a principal candidatura do PT para deputado federal é a reeleição de Léo de Brito, o que significa que além de receber a maior quantidade de recursos do fundo partidário, os votos dos demais candidatos da sigla, como seria o caso de Piyãko se disputasse pelo PT, serviriam para, na soma, ajudar na reeleição de Léo.

Olhando de perto é possível perceber que nem sempre as disputas de candidaturas indígenas e a política partidária andam juntas. Os interesses partidários nem sempre convergem com os pleitos de candidatos indígenas.

No PSD, Francisco entende ter melhores chances de uma vitória real. O partido, no espectro do centro político, já fechou com Lula em Minas Gerais e liberou seus candidatos a apoiarem quem julgarem melhor para presidente. No Acre, há uma aproximação entre Petecão e Jorge Viana. Em seus discursos, Francisco vem fazendo uma crítica contundente às políticas do governo Bolsonaro e não deixa dúvida de que lado está: do lado dos povos indígenas, de suas lutas e reivindicações, e principalmente buscando ser uma voz de encontro entre vários grupos de minoria no parlamento e nos governos.

Por: Artigo de Leandro Altheman
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