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Mãe faz agradecimento após conseguir transferência de filha com síndrome neurológica

Por Redação O Juruá em Tempo 07/06/2022 18:09
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A pequena Laís Emanuele Alencar, filha de Cátia Muniz e Ermilson Nascimento, moradores do bairro São Francisco na cidade de Mâncio Lima, conseguiu ser transferida na manhã desta terça-feira (07), para uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na cidade de Rio Branco, para que ela possa ser avaliada por um neuropediatra.

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A senhora Cátia, mãe da criança, fez questão de agradecer à todos que, de alguma maneira, ajudaram para que a transferência da pequena Laís fosse realizada. “Quero agradecer primeiramente a Deus, pois sabemos que foi um milagre na vida da nossa princesinha Laís Emanuele. Quero agradecer também a cada pessoa que fez suas orações, aqueles quês nos ajudaram direta ou indiretamente, aos médicos que não mediram esforços e aos veículos de comunicação que atenderam ao nosso socorro” disse a mãe em mensagem enviada pelo WhatsApp a equipe do jornal Juruá em Tempo.

Dias atrás familiares e amigos se utilizaram as redes sociais para sensibilizarem autoridades da Rede Estadual de Saúde a conseguirem uma vaga na UTI, na Capital.

De acordo com os familiares, que pedem que continuem as orações, a pequena Laís, no momento, ainda respira sem ajuda de aparelhos, mas seu estado de saúde é delicado, já que os médicos não identificaram até o momento o tipo de síndrome neurológica dela. Apenas na cidade de Rio Branco será possível a realização de novos exames para saber o tipo de síndrome.

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Entenda o caso

Na última sexta-feira, 03, a criança sentiu dores em uma das pernas. Imediatamente os pais a levaram para o Hospital de Mâncio Lima, local onde foi repassado remédios para amenizar a dor. Ao retornar para casa, a criança começou a vomitar, o que fez os pais retornarem com ela ao hospital, e posteriormente foi levada a UPA, em Cruzeiro do Sul.

Com o quadro clínico se agravando os pais da pequena Laís a levaram para o Hospital do Juruá, onde foram realizados diversos exames. A priori, os médicos do hospital do Juruá suspeitavam que a criança estaria com meningite, o que foi descartado após a realização de exames.
Mesmo ela já tendo passado pelas mãos de alguns médicos com a realização de exames preliminares, ainda não foi possível chegar a um diagnóstico preciso da doença, o que deixa a família apreensiva. Após a transferência, a família acredita que será possível dar uma atenção especial à saúde da criança e chegar a um diagnóstico.

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