Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Polícia Civil captura foragido por tráfico de drogas e organização criminosa em Mâncio Lima
  • Polícia Civil prende jovem investigado por roubo e tráfico de drogas em Tarauacá
  • Flávio Bolsonaro diz que Tereza Cristina é cotada para vice: “Sonho de consumo”
  • Projeto propõe política estadual para combater o câncer infantojuvenil no Acre
  • Governadora Mailza Assis afirma que obras em estradas e ramais serão intensificadas após período chuvoso
  • Alerta de chuvas intensas no Acre prevê ventos de até 60 km/h e risco de alagamentos nesta sexta
  • Samira tem ‘roubo’ descoberto pela Globo após deixar o ‘BBB 26’: ‘Audaciosa’
  • Endrick e Gabriely Miranda anunciam que serão pais: ‘Nosso amor em forma de vida’
  • Thiaguinho aposta em autenticidade e estilo na estreia da turnê ‘Bem Black’
  • Marido de Kelly Key, Mico Freitas recebe alta após AVC: ‘Um dia de cada vez’
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, abril 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

CGU identifica 2.300 militares ocupando cargos civis no governo de maneira irregular

Por Redação Jurua em Tempo11 de julho de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Controladoria-Geral da União (CGU)apontou a existência de irregularidades no vínculo de 2.363 militares que ocupavam cargos civis no governo. Os problemas encontrados são variados. Há militares que não poderiam estar exercendo a função civil e outros estavam mais tempo cedidos à administração pública do que a legislação permite. Há ainda aqueles que estavam recebendo mais do que deveriam.

O trabalho, no qual a CGU se dedicou a analisar a participação de oficiais das Forças Armadas em postos na administração federal, foi concluído no mês passado e considerou dados de 2020. O documento foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e a CNN também teve acesso.

Quase 65% das irregularidades encontradas referem-se à ausência da devida autorização para o exercício do cargo civil. “A regra geral para vínculos concorrentes de militares com atividades civis é a de proibição, por comando constitucional. Contudo, a Constituição Federal prevê algumas exceções e autoriza outras que se enquadrem em regulamentos específicos”, explica o documento.

A CGU identificou 558 registros de militares “sem amparo legal ou normativo que autorize a atuação simultânea como agente civil”. Além disso, 966 tinham autorização, mas exerciam a função havia mais de dois anos, que é o limite estipulado na legislação.

Os demais casos são de irregularidades envolvendo pagamentos: militares ou pensionistas com vínculo civil e com vencimentos acumulados superiores ao limite constitucional –o teto é estabelecido pelo salário de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 39,2 mil.

Trabalhos do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) já apontaram para o crescimento significativo do número de militares em cargos civis no governo Jair Bolsonaro (PL) frente a administrações anteriores. O TCU indicou, em trabalho de 2020, que eram mais de 6.000 militares em atuação no governo. Em comparação, no último ano da gestão Michel Temer (MDB), o número de militares em cargos civis era de 2.765.

A CNN procurou o Ministério da Defesa e aguarda manifestação.

Fonte: CNN BRASIL

Por: Redação O Juruá em Tempo
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.