Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: adolescente assalta taxista: “Alguém vai ganhar e outro vai perder”
  • VÍDEO: assaltantes arrancam chave de ignição de moto a 100 km/h em rodovia
  • Mãe é absolvida após cortar pênis e matar marido que assediou a filha dela; assista
  • VÍDEO: Fetiche? Casal faz sexo em cima de túmulo, é flagrado e preso
  • Foragido, Oruam lança clipe musical com réplica de fuzil e referências ao crime
  • Jovem trans desabafa após ser convocada pelo Exército: “Pesadelo”
  • Vini Jr vê o “peso da camisa” como trunfo do Brasil no Mundial
  • Morre Jota Surfista, influenciador que lutava contra câncer e cirrose
  • Com maquininha de cartão, sobrinho desvia R$ 30 mil da conta de tia idosa
  • Patricia Poeta detalha trauma em cobertura jornalística: ‘Não conseguia nem jantar’
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, março 25
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Acre deve passar dos 200 mil hectares queimados em 2022

Por Redação Jurua em Tempo26 de setembro de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Acre tem produzido muita fumaça por conta das queimadas que batem recorde em setembro, mas também sofre com a ação da vizinhança, destacando a região Amacro, a divisa de Acre, Amazonas e Rondônia, a nova fronteira da devastação na Amazônia. A fumaça que tem sido vista e sentida no Acre sofre, segundo a pesquisadora Sonaira Silva, da Universidade Federal do Acre, “uma série de influências para lá e para cá, tanto de outros Estados para o Acre como do Acre para outros Estados e de outros países”.

Essa influência corrobora a narrativa de que o Acre recebe forçosamente o fumaceiro. “Sim, parte da fumaça circula de outros lugares mas também a fumaça do Acre circula para outros lugares”, completa Sonaira. O Acre deve passar dos 200 mil hectares de área queimada em 2022, estima a pesquisadora.

A situação não é a mesma ao longo do período de seca. A partir de julho, a qualidade do ar oscila em relação aos índices aceitáveis e segundo observações de Sonair, quando começa a chegar em agosto, os picos de piora da qualidade do ar condizem com os picos de focos de calor no Estado. “A relação é muito direta”, diz.

No início de setembro, mais ou menos até o dia 10, começam os efeitos de vaivém de fumaça de outras regiões influenciados pelo vento. No dia 18/9, uma data com grande número de focos de calor registrado no Acre, o vento correu da direção de Cruzeiro do Sul para Capixaba, transportando a fumaça para outros lugares -e com essa direção do vento, registro de pouca fumaça das zonas de maiores queimadas no Amazonas, Pará e Mato Grosso, que acabou não passando pelo Acre.

Quando há friagem seca, a fumaça pode vir do Pantanal e de Beni, na Bolívia. O que preocupa para o Acre é que na região Amacro há queimadas muito maiores que no Estado. O Acre queima muito, foram mais de cinco mil focos em um único dia de setembro, e além disso há influência dos vizinhos que queimam mais que o Acre.

Com informações Ac24Horas

Por: Redação O Juruá em Tempo
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.