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Com chegada das chuvas, Acre começa a registrar queda no nº de queimadas

Por g1. 17/10/2022 09:14 Atualizado em 18/10/2022 10:33
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Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o número de queimadas no Acre começam a baixar já neste mês de outubro, quando começa a transição do chamado “verão amazônico” para o “inverno amazônico”. Desde agosto deste ano, o estado estava registrando números altíssimos de queimadas, o que já começa a reduzir neste mês.

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Nos 30 dias de setembro, foram 6.693 focos registrados em todo o estado. Já em outubro, nestes 15 dias, esse número caiu para 839 – bem abaixo do que o registrado nos meses mais críticos. Porém, ainda elevado se comparado com os meses iniciais do ano.

No acumulado do ano, de janeiro a 15 de outubro, foram registrados 10.620 focos – sendo a maioria em setembro e logo em seguida aparece agosto com 2.638.

O tempo seco e as altas temperaturas nesse período chegaram a deixar a poluição do ar muito acima do recomendado e castigou não só a flora, mas a fauna, já que muitos animais acabam sendo afetados com as queimadas. O g1 registrou alguns desses casos.

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Desmatamento em agosto

Em agosto, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 1.415 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 12% em relação a agosto de 2021, quando o desmatamento somou 1.606 quilômetros quadrados.

O desmatamento detectado em agosto de 2022 ocorreu no Pará (46%), Amazonas (20%), Acre (12%), Rondônia (10%), Mato Grosso (10%), Maranhão (1%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 976 quilômetros quadrados em agosto de 2022, o que representa um aumento de 5.322% em relação a agosto de 2021, quando a degradação detectada foi de 18 quilômetros quadrados. Em agosto de 2022 a degradação foi detectada no Mato Grosso (67%), Pará (25%), Acre (3%), Maranhão (2%), Rondônia (1%), Amazonas (1%) e Tocantins (1%). No estado acreano, a área de desmatamento caiu de 236 km² para 173 km², tendo assim uma redução de 27%.

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