Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Governo e prefeitura definem ações de segurança para o Carnaval 2026, em Cruzeiro do Sul
  • Após confessar ter abusado e matado jovem, homem é executado pelo ‘tribunal do crime’
  • Perigo na pista: motociclista escapa de acidente após encontrar cavalos soltos na Variante e faz alerta; assista
  • BR-364 volta a apresentar problemas graves de trafegabilidade entre Tarauacá e Rio Gregório; veja vídeo
  • Caminhão cai em ribanceira e bloqueia tráfego entre Sena Madureira e Manoel Urbano
  • Otorrino explica por que devemos limpar fones de ouvido com frequência
  • Quando o cuidado vira gesto: no Acre, cabeleireiro oferece cortes gratuitos a mulheres com câncer
  • Acre tem mais de 300 vagas abertas no Fies para o primeiro semestre de 2026
  • Mulher é indiciada por matar idoso com golpes de canivete em praia no interior do Acre
  • Monitora agride aluna e diz que estava apenas ‘repreendendo-a’
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Mais de 2,7 mil árvores foram cortadas e 18 mil frutos coletados, durante ação de erradicação da monilíase no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.25 de outubro de 2022Updated:28 de outubro de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Desde que foram identificados os primeiros focos, o Instituto de Defesa Agropecuária do Acre (Idaf) tem atuado com várias ações no combate e erradicação da monilíase (praga do cacau e do cupuaçu, com grande poder destrutivo), no Vale do Juruá.

De acordo com os dados do Instituto, 2.742 árvores, entre cacau, cacaí, e cupuaçu foram cortadas nos últimos 15 meses. Também foram recolhidos 18.671 frutos doentes e periféricos, coletados em 960 propriedades, entre os municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Guajará Mirim (AM).

Neste período, desde que o primeiro caso da doença foi identificado em Cruzeiro do Sul, foram realizadas ações para extinguir o fungo, que poderia afetar diretamente a economia do estado, uma vez que os produtos da região poderiam ter a exportação negada.

“Se começa a sair essa praga do Acre, os outros estados, provavelmente, fariam portaria bloqueando a saída de outros produtos vegetais. Até a própria farinha do Juruá poderia ser embargada e proibida de ser comercializada em outros estados, devido ao fungo”, explica o presidente do Idaf, José Francisco Thum.

Ele acrescenta ainda que “um dos grandes problemas foi em Cruzeiro do Sul, porque estavam na área urbana, o que dificultou um pouco. Mas, tivemos toda a colaboração da população, que facilitou o trabalho das equipes. Essa poda que se faz, em no máximo dois anos as árvores estão produzindo novamente”, salientou.

Todos os focos detectados foram erradicados pelas equipes do Idaf, entretanto, como o fungo sobrevive até nove meses no meio ambiente, não se pode afirmar que o Acre esteja livre da monilíase.

“Continua entre dois a três anos fazendo o monitoramento. Além disso, os técnicos do Idaf vão fazer as vitorias em todo o estado. Hoje, o fungo está sob controle no estado”, destacou José Francisco Thum.

  • Por Maria Meirelles, do site A Gazeta do Acre.
Por: redação.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.