Início / Versão completa
Mais Notícias

Orçamento 2023 – Prefeitura de Rio Branco deve ter orçamento histórico de R$ 2,1 bilhões

Por redação. 04/11/2022 09:32
Publicidade

Os vereadores de Rio Branco já receberam a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA), que prevê um caixa de R$ 2,1 bilhões para o ano de 2023. O valor é histórico e prevê aumento em várias áreas administradas pelo Executivo Municipal. A proposta deve ser deliberada no mês de dezembro, antes do recesso parlamentar.

Publicidade

Houve uma inclusão de quase R$ 1 bilhão no orçamento, ante a proposta de 2022, que foi de R$ 1,4 bilhão. O aumento de R4 900 milhões revela, em parte, que a prefeitura terá muito mais dinheiro para trabalhar, o que, se não ocorrer, poderá colocar o prefeito em maus lençóis, ainda mais em um ano pré-eleitoral.

O vereador Adailton Cruz (PSB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), avalia que a proposta é positiva e causa surpresa, mas aponta que é necessário utilizar bem os recursos e investir o necessário no setor de saneamento básico, sendo que só para o setor é necessário cerca de R$ 50 milhões para garantir a manutenção dos trabalhos.

“Na parte de saúde temos uma grande falta de posicionais, tem a área de infraestrutura, e também de saneamento. A parte de infraestrutura de ruas a gente precisa muito realizar essa intensificação nos bairros. São mais de 600 ruas abandonadas, fora os ramais, que precisam urgentemente de intervenção da parte da prefeitura”, pontua o vereador de oposição que promete esmiuçar cada detalhe da proposta orçamentária.

Publicidade

O gabinete do prefeito Tião Bocalom terá um custo inicial de R$ 550 mil, e da vice-prefeita Marfiza Galvão, o orçamento será de apenas R$ 100 mil, ou seja, um quinto do que Bocalom quer gastar. Já para a Casa Civil, chefiada pelo imediato de Bocalom, Valtim José, a proposta é injetar R$ 19,3 milhões. O Gabinete Militar, que cuida da segurança do prefeito, vai ter pouco mais de R4 3 milhões, se a proposta passar.

Bocalom quer aplicar R$ 234 milhões no setor de Saúde, e R$ 162 milhões na Educação. Na pasta de Zeladoria, Bocalom quer colocar R$ 73 milhões, e para a Infraestrutura, R$ 180 milhões. Já no Meio Ambiente, a prefeitura quer aplicar R$ 27,4 milhões. A pasta de Assistência Social, comandada pela vice-prefeita, terá em média R$ 36 milhões. O prefeito também quer colocar R4 50 milhões na área de Agropecuária.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.