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Um ano após acidente com Marília Mendonça, empresa de avião não concluiu laudo sobre motor

Por Redação Jurua em Tempo4 de novembro de 20222 Minutos de Leitura
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A Polícia Civil de Minas Gerais esclareceu, nesta sexta-feira (4), que a investigação sobre o acidente aéreo que provocou a morte da cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas, em 5 de novembro de 2021, ainda depende de laudos acerca dos motores da aeronave. Um ano após a tragédia em Caratinga (MG), a empresa responsável pela fabricação do avião ainda não liberou tais análises, essenciais para o prosseguimento da investigação.

De acordo com o delegado da Polícia Civil Ivan Lopes, responsável pelo caso, só será possível afirmar se houve falha humana durante a aterrissagem da aeronave depois de serem concluídos os tais laudos a respeito do “fator máquina” (relativos aos motores do avião), como consta nos documentos da investigação. Não há prazo definido, no entanto, para que os laudos sejam entregues pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa.

— A gente aguarda hoje a elaboração dos laudos por parte do Cenipa. Dessa forma, se a gente descartar, de fato, qualquer falha nos motores, a gente conseguirá caminhar para a conclusão de uma falha humana. Mas eu repito: trata-se de um acidente — ressalta o delegado.

A autoridade policial afirma que a investigação vem sendo conduzida mediante a análise de três fatores: 1) meio; 2) humano; 3) máquina. Até o momento, já estão esclarecidos os seguintes fatos, como aponta o próprio delegado:

Não havia obrigatoriedade de sinalização das torres da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) com as quais a aeronave se chocou, já que elas estavam fora do raio de três quilômetros estabelecido pela zona de proteção do aeródromo de Caratinga, onde o avião pousaria;
O controle de tráfego do piloto não foi feito de acordo com a forma estabelecida como padrão em Caratinga, justamente porque ele saiu da zona de proteção do aeródromo;
A polícia aguarda os laudos da Cenipa sobre os motores da aeronave, com o parecer da empresa estrangeira responsável pela fabricação do avião.

 

Fonte: EXTRA

Por: Redação O Juruá em Tempo
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