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Com guerra de facções, Acre registra 34 mortes violentas em novembro

Por Redação Juruá em Tempo.15 de dezembro de 20222 Minutos de Leitura
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Foram 27 homicídios dolosos, dois feminicídios, um latrocínio, duas mortes durante ação policial e duas vítimas de lesão corporal seguida de morte. Em outubro, número de mortes violentas ficou em 16 registros.

O mês de novembro foi o mais violento no Acre este ano devido a um novo embate entre as facções criminosas por território no estado. Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública Estadual (Sejusp) repassados ao g1 mostram que, ao todo, 34 pessoas perderam a vida de forma violenta no mês passado.

Em outubro, o número de mortes violentas foi 16. Como mostram os dados, essa disputa entre os criminosos fez o total de vítimas mais que dobrar entre os meses.

Ainda conforme o levantamento, foram 27 homicídios dolosos, dois feminicídios, um latrocínio, que é roubo seguido de morte, duas mortes durante ação policial e duas vítimas de lesão corporal seguida de morte no período de avaliação.

O clima de tensão começou a se intensificar, no início de novembro, na região do Alto Acre, onde em um fim de semana chegaram a ser registradas três mortes violentas.

Na capital acreana, Rio Branco, a região da Baixada da Sobral foi uma das mais violentas. A área registrou três homicídios em dias seguidos e, no mesmo dia, houve morte também em Senador Guiomard, no interior. O confronto então acendeu um alerta de que as facções estão novamente com conflito.

Na época, o secretário de Segurança e Justiça do Acre, coronel Paulo Cézar, confirmou que as ordens dos confrontos partiram de presídios acreanos e também da Bolívia. Para tentar barrar a violência, a Sejusp implantou um gabinete de crise que concentrou todos os efetivos das polícias e traçou metas para conter o avanço da criminalidade.

Em uma das ações para conter a criminalidade, deflagrada no dia 29 de novembro, delegacias de forma integrada cumpriram mandados judiciais contra organizações criminosas e prenderam três membros do crime organizado.

Com informações G1/AC.

Por: redação.
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