Acampado a quase 2 meses em frente o 4º Batalhão de Infantaria e Selva, em Rio Branco, na noite de Natal, 25, um pequeno grupo questionou o trabalho da Polícia Militar do Acre que monitora os atos bolsonaristas de perto. O grupo acusou o comandante da PM Luciano Dias de formar um complô com o ministro do Supremo Tribunal Federal.
No vídeo, divulgado na segunda-feira, um indivíduo chama atenção no meio dos bolsonaristas que se afirmam cristãos, defendedores da moral e dos bons costumes e da família tradicional: Giani Justo de Freitas de 53 anos, que, em 2019 foi condenado e julgado a mais de 19 anos, pela morte da então esposa, Raquel Mota, engenheira civil de 39 anos.
A vítima foi encontrada morta dentro de uma caixa d’água no bairro Wanderley Dantas, na capital Rio Branco.
Em 2021 a justiça aumentou a pena para 24 anos, mas atualmente o réu denunciado pelo Ministério Público recorre a condenação em liberdade.
Entenda o caso:
A mudança da condenação de Giani é resultado de uma apelação do MP do Acre acatado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Freitas foi condenado em regime fechado por homicídio qualificado. Na época a polícia chegou a anunciar que as investigações apontavam que o casal estava em fase de separação e que a engenheira já estava em outro relacionamento.
O motivo para o crime seria porque Freitas não aceitava o fim do relacionamento. Após mais de 10 dias do crime o acusado foi preso mas negou o crime.
O MP entrou com recurso para que a pena do réu fosse aumentada alegando que Freitas planejou o crime friamente.
A apelação foi interposta pelo promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Soares, que pediu ainda que o réu começasse a cumprir pena. Mas a justiça negou o pedido e Freitas segue em liberdade
- Com informações do AC24horas.

