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Em Manaus, mulher confessa ter matado a própria filha de 6 anos e é solta

Por redação. 06/01/2023 19:57
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A soltura de Claudiana Freitas, 23 anos, que confessou ter matado asfixiada a própria filha, Isabelly Eloize Soares Freitas, 6 anos, no bairro Cidade Nova 1, Parque Eduardo Braga, na zona Norte de Manaus, não foi bem aceita nas redes sociais.

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A mulher foi presa em flagrante na terça-feira, 3, passou por audiência de custódia no dia seguinte e conseguiu decisão que lhe garante responder o processo em liberdade provisória.

Nas redes, a notícia da liberação repercutiu e pessoas pediram Justiça pela vítima. “Ela pode ter sido solta pela Justiça, mas aquela justiça lá de cima tarda, mas não falha. A lei do retorno. Tudo que se faz aqui de ruim, vem em dobro”, comentou uma pessoa no Instagram.

Na mesma rede social, outra pessoa comentou que a impunidade já está virando rotina. “Um absurdo isso. As pessoas estão cometendo crimes e ficando por isso mesmo”, disse.

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Uma terceira pessoa também chamou de “revoltante” e disse que “da Justiça de Deus não escapa”, se referindo à mãe da criança.

O crime
De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Claudiana confessou o crime após o Instituto Médico Legal (IML) confirmar que a criança foi sufocada até a morte. Ela alegou em depoimento a polícia que estava com pensamentos suicidas e não queria deixar a criança sozinha. A mãe detalhou como cometeu o crime contra a filha.

“Após o laudo pericial ter saído a mãe foi novamente ouvida e acabou confessando que, na verdade, asfixiou, sufocou a criança com o próprio braço. Segundo ela, estava sozinha em casa com a criança, vinha passando por problemas depressivos, planejava tirar a própria vida e, segundo ela, não gostaria de deixar a filha sozinha. Então, ela conta que sentou com a criança na cadeira, pediu perdão a menina e a asfixiou com o próprio braço”, disse a delegada.

“Quando ela percebeu que a criança estava desfalecendo ela chegou a pedir socorro de um cunhado e levaram a criança até o hospital, só que a criança já estava bastante comprometida e acabou indo a óbito”, completou Joyce.

*Com informações da Revista Cenárium

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