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COTIDIANO

Deslizamento de terra avança e mais duas famílias são monitoradas pela Defesa Civil em bairro de Rio Branco

Por redação. 06/02/2023 13:28
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Mais duas famílias da Travessa Jucá, bairro Cidade Nova, onde há um deslizamento de terra, estão sob o monitoramento da Defesa Civil de Rio Branco e podem ser retiradas da área. Conforme o órgão municipal, houve uma nova fissura na rua entre essa quinta (2) e sexta-feira (3).

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Na última quinta, três famílias já foram retiradas da localidade. Duas estão na casa de amigos até encontrarem um lugar para alugar e outra família já está em uma casa alugada. Um apartamento foi interditado.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) isolou a rua para evitar que veículos transitem pelo lugar.

A Defesa Civil de Rio Branco acompanha ainda situações parecidas de movimentação de terra e desbarrancamento nos bairros:

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  • Seis de Agosto
  • Ayrton Senna
  • Palheral
  • Vila Nova
  • Raimundo Melo
  • Placas
  • São Francisco
  • Embratel
  • Tropical
  • Centro

O coordenador do órgão, tenente-coronel Cláudio Falcão, disse que há, pelo menos, 30 bairros da capital que apresentam área de risco. “Temos monitoramento em outras áreas de risco, inclusive, agora no final de setembro e início de outubro fizemos um novo estudo e novo acompanhamento em todas as áreas de risco em Rio Branco e acrescentamos algumas que surgiram desde a última atualização que foi em 2018”, contou.

O coronel destacou que os moradores dessas áreas devem entrar em contato com a Defesa Civil a partir do momento que perceberam a área irregular, fissuras, rachaduras nas paredes, entre outros riscos.

“Por morarem na área, ninguém melhor para observar constantemente a evolução de qualquer situação e nos acionem. Qualquer outra pessoa que estiver em outra área que, porventura, não seja monitorada pela Defesa Civil deve nos acionar para que a gente possa ir ao local avaliar e inserir no mapa de monitoramento,” finalizou.

Erosão é antiga

Há exato um ano, uma equipe da Rede Amazônica Acre esteve na região para mostrar o avanço do desmoramento.

Na época, a Defesa Civil de Rio Branco informou que, apenas em janeiro daquele ano, a erosão tinha avançado cerca de 11 metros na região e cinco famílias foram retiradas.

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