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Acre

Número de nascimentos sobe e de mortes diminui no Acre em 2021, diz IBGE

Por redação. 22/02/2023 13:59 Atualizado em 24/02/2023 14:32
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O estado do Acre apresentou aumento de 4,5% no número de registros de nascimento em 2021 e queda de quase 6% no número de óbitos em comparação com o ano anterior. Isto é que diz o informativo das Estatísticas de Registro Civil, formulado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado na última semana.

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De acordo com os dados, houve 16.807 nascimentos registrados no estado. A pesquisa fala ainda que a região Norte destoa do restante do país, tendo em vista que foi onde teve o maior percentual de crescimento: 4,3%. O Acre, inclusive, está acima da média nacional, que é de 1,6%. Dentre os estados, no ranking nacional, o Acre fica atrás apenas do Amapá (9,1%), Amazonas (6%) e Pará (5%).

Entre os meses que mais houve registros de natalidade, destacam-se março, com 9,7%, além de maio (5,1%), novembro (3,7%) e abril (2,8%).

A média mensal de nascimentos ocorridos em 2021 e registrados no Brasil foi de 219.654 registros. Além disto, foi identificado também que o Norte detém a maior porcentagem de nascimentos por grupo de mulheres entre 20 a 29 anos, com 52,4%.

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Mortes

Com relação ao Acre, foi apresentado uma redução de 5,8%. Na variação de 2019 a 2020, o índice era de 18,1%. Já de 2020 a 2021, o percentual ficou em 12,3.

Apesar da redução, o estado ainda está acima da média nacional, que ficou estabelecida em 18%. Em todo o Acre, mais de 5,3 mil pessoas morreram por diferentes causas em 2021.

No que tange à região Norte, o estado acreano fica em 5º lugar, atrás de Rondônia (34,1%), Tocantins (26,6%), Roraima (19,9%) e Amazonas (16,4%). Destes, apesar do percentual, apenas os dois últimos apresentaram redução.

No ano de referência de 2021, 1.802.487 registros de óbitos foram efetuados em cartórios de todo o Brasil. Com a continuidade da pandemia de Covid-19, o número de óbitos em 2021 teve aumento superior ao observado em 2020.

Da análise dos óbitos por faixas etárias, além dos idosos, adultos entre 40 a 59 anos de idade também foram os mais atingidos.

As estimativas são divulgadas pelo IBGE desde 1974, nas quais fornecem dados relacionados aos fatos vitais como nascimentos, óbitos, divórcios e casamentos – no caso deste último, com a inclusão do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo desde 2013.

Por: G1 Acre

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