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Acre

“Serve apenas como lixo”, diz cruzeirense sobre orelhões espalhados pelo município

Por Redação O Juruá em Tempo. 16/03/2023 08:04 Atualizado em 17/03/2023 09:23
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Com a chegada dos smartphones e celulares os telefones públicos, popularmente conhecidos como ‘Orelhão’, foram deixados de lado. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cerca de 62% dos orelhões ativos processam, em média, até duas chamadas por dia, considerando as ligações recebidas e realizadas.

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Os dados apontam que ainda existe, 768 mil orelhões espalhados pelo Brasil, mas está cada vez mais difícil encontrar algum que funcione. Em 2018, em um decreto publicado pela Anatel, as empresas de telefonia deixaram de ter a obrigação de investir em orelhões.

Em Cruzeiro do Sul, ainda é possível encontrar os famosos telefones públicos espalhados em algumas calçadas dividindo espaço com os pedestres. Muitos populares, acreditam que o objeto “serve apenas como lixo”.

“Eu não utilizo a orelhão a muitos anos, desde os anos 90. E já que não estamos mais usando, deveria ser tirado para os vândalos não usarem e para não atrapalhar a nossa passagem”, conta o cruzeirense Albecí Antônio de Oliveira Lima.

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