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Sesacre chega à marca de cem cirurgias ginecológicas no Juruá em 2023

Por redação. 15/03/2023 20:05
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As cirurgias ginecológicas consistem nos procedimentos de todas as patologias (doenças) relacionadas aos órgãos genitais (reprodutores) femininos. Com o intuito de diminuir a fila de espera das pacientes, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), realizou, nestes três primeiros meses do ano, o total de cem cirurgias ginecológicas no Hospital da Mulher e da Criança do Juruá (HMCJ), em Cruzeiro do Sul, através do Projeto Opera Acre.

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As cirurgias estão sendo realizadas duas vezes por semana, nas terças e aos sábados, sendo que em cada dia são operadas quatro pacientes. Foto: Cedida

As cirurgias são realizadas duas vezes por semana, nas terças e aos sábados, sendo que em cada dia são operadas quatro pacientes, oriundas do Sistema Estadual de Regulação (SISREG), que utiliza critérios cronológicos (tempo de espera) e de gravidade para selecionar as candidatas aos procedimentos.

O programa Opera Acre teve seu início em março de 2019. Em razão da pandemia da covid-19, as cirurgias eletivas foram suspensas e retornaram em março de 2022, desde então, cerca de 500 mulheres foram submetidas a cirurgias ginecológicas, só no Juruá.

Secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal. Foto: Odair Leal/Sesacre

O secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, destacou a importância da realização das cirurgias ginecológicas, cuja meta é diminuir 47% nos próximos 7 meses.

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“Temos uma fila de 1.119 mulheres esperando por esses procedimentos, e essa ação busca atender as necessidades das nossas pacientes e impedir que essas cirurgias não invasivas evoluam para uma situação de urgência”, finalizou.

A gerente de Assistência à Saúde do HMCJ, Maria Sulenir de Oliveira, explicou que as cirurgias estão acontecendo de forma contínua. Foto: Cedida

A gerente de Assistência à Saúde do HMCJ, Maria Sulenir de Oliveira, explicou que as cirurgias estão acontecendo de forma contínua. A equipe é composta por dois médicos ginecologistas e obstetras, um anestesiologista, um enfermeiro, um instrumentador cirúrgico, um circulante e um profissional de apoio.

“Nossa intenção é buscar meios para fortalecer esse serviço e, em curto prazo, alcançarmos o objetivo do Projeto Opera Acre, que é diminuir a fila de espera”, salientou.

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