Início / Versão completa
TUDO AQUI 2

Em cinco anos, Acre reduziu 83% dos casos de malária

Por redação. 25/04/2023 12:24
Publicidade

Nesta terça-feira, 25, é comemorado o Dia Mundial da Luta Contra a Malária. Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Região Norte concentra 99% dos casos da doença no país. O Acre está entre os estados que desenvolvem políticas públicas em saúde para a eliminação da patologia. A meta do Ministério da Saúde é erradicar a malária em todo o território brasileiro até 2035.

Publicidade
A fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo microrganismo Plasmodium, é a transmissora da malária. Foto: Agência Brasil

A malária é uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo microrganismo Plasmodium. As condições demográficas, ambientais e sociais da Amazônia são favoráveis à manutenção do ciclo de transmissão.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), de 2017 a 2021 o estado apresentou uma redução de 83% nas notificações da doença. Entretanto, a pasta reforça aos municípios que continuem fortalecendo as ações de vigilância e controle da malária, a fim de evitar o risco de surtos, aumento de casos e mortes em áreas onde a doença é endêmica.

Ação do Programa Estadual de Controle da Malária nos municípios. Foto: cedida

“No Acre, 93% dos casos de malária ocorrem nos municípios do Vale do Juruá, principalmente Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. A malária pode ser evitada e tem cura; os esforços para seu controle têm mostrado extraordinário sucesso na última década, com grandes desafios à frente, mas com avanços importantes”, declarou Júnior Mota Pinheiro, do Programa Estadual de Controle da Malária.

Publicidade

Sintomas e tratamento

Os sintomas mais comuns são: calafrios, febre alta (no início contínua e depois com frequência de três em três dias), dores de cabeça e musculares, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), aumento do baço e, por vezes, delírios. Além dos sintomas correntes, aparece ligeira rigidez na nuca, perturbações sensoriais, desorientação, sonolência ou excitação, convulsões, vômitos e dores de cabeça, podendo levar o paciente ao coma.

A equipe estadual que monitora a doença atua na orientação e fiscalização dos postos de controle. Foto: cedida

Em geral, após a confirmação do diagnóstico de malária, o paciente recebe tratamento em regime ambulatorial, com medicamentos que são fornecidos gratuitamente em unidades do SUS. Somente os casos graves devem ser hospitalizados de imediato.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.