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Fiocruz: Acre é “destaque” no crescimento das síndromes respiratórias

Por Redação Jurua em Tempo1 de junho de 20233 Minutos de Leitura
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Divulgado pela Fiocruz nesta quinta-feira (1), o Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta para um aumento do número de casos em adultos associados ao vírus influenza A, sendo majoritariamente por H1N1. Além disso, indica a manutenção da queda de casos positivos para Sars-CoV-2 (Covid-19) na mesma faixa etária.

Segundo o InfoGripe, o destaque de aumento de casos de SRAG no cenário nacional está no Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Em relação ao VSR, principal vírus identificado nas crianças e responsável pelo cenário atual nesse público, há sinal de crescimento no Acre, Amazonas, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe, fundamentalmente concentrado nessa faixa etária.

Já nas crianças, principalmente na faixa até os dois anos, segue desde o mês de abril a manutenção do crescimento significativo de novos casos semanais e de internações por Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Referente à Semana Epidemiológica (SE) 20, de 14 a 20 de maio, a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 22 de maio.

Na população a partir de 15 anos, a manutenção de um cenário que já vinha se desenhando durante o mês de abril, consolidando-se em maio. Gomes observa que nas últimas quatro semanas (23 de abril a 20 de maio), cerca de 31% dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pessoas a partir de 15 anos estavam associados ao vírus influenza A, sendo o vírus H1N1 a maioria dos subtipados.

No mês de março, cerca de 9% foram influenza A, subindo para 22% em abril. Enquanto isso, o vírus da Covid-19 saiu de um patamar de 80% dos casos positivos em março para um percentual de 53% nas últimas quatro semanas nesse mesmo público.

Em Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, pode-se observar um possível sinal de crescimento de SRAG em algumas parcelas da população adulta. Na Paraíba, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, o aumento de SRAG recente foi observado em todas as faixas etárias, sendo mais expressivo no estado gaúcho.

Entre as capitais, 14 apresentam sinal de crescimento de SRAG, incluindo Rio Branco. São elas, Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Salvador (BA) e Teresina (PI).

No cenário epidemiológico geral do país, há sinal moderado de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de estabilidade na de curto prazo (últimas três semanas). Das 27 unidades federativas do Brasil, 19 apresentam tendência de crescimento.

Com informações Ac24horas

Por: Redação
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