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Acre apresenta redução de 42,9% nos casos de feminicídio em 2023

Por Redação O Juruá em Tempo. 15/11/2023 07:25 Atualizado em 16/11/2023 14:51
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“Esta conquista não é apenas uma estatística, mas o resultado de um esforço coletivo, uma demonstração do nosso compromisso em criar em nosso Estado um ambiente seguro e inclusivo para as mulheres”. Foi com estas palavras que a secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, recebeu, na manhã desta terça-feira, 14, a notícia de que o Acre tinha reduzido o número de feminicídios em 42,9%, entre 2022 e 2023. Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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Dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Imagem: Ilustração/Semulher

Segundo a publicação, no primeiro semestre de 2023, a região Norte registrou a marca de 69 vítimas do crime de feminicídio, com redução de 2,8%. Além disso, houve redução em 60%, entre o mesmo período de 2022 e 2023, de crimes dolosos contra mulheres – sem a qualificadora de feminicídio.

O Acre, ainda segundo a publicação, vai à contramão dos dados registrados no resto do País, em especial, na Região Sudeste, em que três dos quatro estados apresentaram crescimento no crime de feminicídio: em São Paulo, o crescimento foi de 33,7%; em Minas Gerais, de 11%; no Espírito Santo, a variação foi de 20%.

O Distrito Federal também apresentou crescimento da violência com base no gênero, com o registro de 21 vítimas de feminicídio nos primeiros seis meses deste ano, crescimento de 250% se considerados os seis casos no mesmo período do ano passado

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Quanto ao número de estupros de vulneráveis, o Acre também apresentou redução, quando comparado o ano de 2022 ao de 2023. Em 2022, houve o registro de 340 crimes desta natureza; já em 2023, no mesmo período, o número absoluto foi de 271, o que representa uma redução de 20,3%.

De acordo com Márdhia El-Shawwa, o trabalho tem sido incansável na implementação de políticas pública eficazes, campanhas de conscientização e apoio às vítimas. “Queremos erradicar a violência de gênero em nosso estado e nossa jornada está longe de terminar. Devemos permanecer cada vez mais vigilantes, no trabalho de educação e sensibilização, para fortalecer ainda mais a segurança das mulheres em nossa sociedade”, reforçou.

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