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Polícia

Mulher grávida de 8 semanas é encontrada morta em Rio Branco

Por Ithamar Souza, Na Hora da Notícia. 02/01/2024 10:28 Atualizado em 02/01/2024 17:08
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Luiza Costa da Silva, de 42 anos, grávida de 8 semanas, foi morta supostamente por asfixia mecânica na madrugada de segunda-feira (1), na Rua Aquarela, no bairro Conquista, em Rio Branco.

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Segundo informações da polícia, Luiza estava a grávida teve um discussão seria com o namorado identificado até o momento como “Bossa”. Durante a discussão, com os ânimos exaltados, o homem supostamente teria esganado Luiza com as mãos e, em seguida, por estar alcoolizado, teria deitado e dormido ao lado da vítima. Já pela manhã, o filho da vítima encontrou a mulher em cima da cama ao lado do suspeito já desacordada e com os lábios roxos, além de escoriações nos dois joelhos.

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Um vídeo que o Na Hora da Notícia teve acesso mostra o momento desesperador em que populares vêem o corpo da mulher e falam que ela não estava mais respirando. O suspeito ainda tenta fazer uma massagem cardíaca e fala algumas coisas meio que desconexas.

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Em outro momento de desespero, o filho coloca a mãe nos braços e leva para a frente da residência e pede ajuda aos vizinhos para acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que ainda chegou a se deslocar até a rua Aquarela, mas ao chegar no endereço indicado, populares já tinham levado Luiza até o pronto-socorro de Rio Branco, onde ela já deu entrada sem vida no setor de emergência.

Ao ser atestado o óbito a Luiza, ela foi encaminhada para o necrotério do pronto-socorro e depois o corpo foi recolhido pelos auxiliares de necropsia que levaram a sede do Instituto Médico Legal (IML), para passar por exames cadavéricos. O corpo foi examinado e o legista atestou que a vítima estava grávida e que havia marca no pescoço da vítima que pode ter sido asfixiada “esganada” até a morte.

Ainda segundo a polícia, o suspeito foi hostilizado por vizinhos da vítima e fugiu para não ser linchado pela população.

Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) colheram as primeiras informações, e o caso passará agora ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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