Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Vizinho é preso após invadir casa, quebrar ar-condicionado e fazer ameaças em Cruzeiro do Sul
  • Bittar e Alan assinam pedido de CPI para investigar Toffoli e Moraes
  • Preços de passagens aéreas disparam com guerra no Irã e derrubam ações do setor
  • Minha Casa, Minha Vida: teto de renda e do valor de imóvel vão subir; veja mudanças
  • Operação da PCRJ mira esquema do Comando Vermelho que movimentou R$ 136 mi
  • Endrick é vaiado por torcedores do Lyon após atuação discreta e vive primeira reserva na França
  • Quais os efeitos do abacate no organismo e quem não deve consumi-lo?
  • Malu Mader lembra estreia nas novelas aos 16 anos e fala de dificuldade para lidar com a fama
  • Jennifer Lopez abre o coração sobre separação de Marc Anthony: ‘Estava prestes a desistir de tudo’
  • CPI para investigar Moraes e Toffoli tem número mínimo de assinaturas
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, março 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Liderança indígena denuncia envio de madeira ‘podre’ para reforma de escola em aldeia

Por Redação Juruá em Tempo.21 de maio de 2024
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Moradores da Aldeia Extrema, na Terra Indígena Mamoadate, localizada em Assis Brasil, no interior do Acre, denunciam descaso nas obras da reforma da escola Sete Estrelas.

Segundo o povo Manchineri, que habita o território protegido, situado na fronteira com o Peru, a empresa contratada pelo governo do estado para a revitalização do espaço enviou madeira estragada.

“Estão podres. Não tem condições de usar”, denuncia Lucas Manchineri, uma das lideranças da aldeia. Ele afirma ainda que os indígenas sequer sabem o nome da empresa.

Além disso, segundo Lucas, o empreendimento tem usado mão-de-obra dos moradores da aldeia, para o carregamento da madeira, sem remuneração justa. Ele pede providências urgentes do governo.

“Não vai adiantar nada fazer a reforma com essa madeira, porque daqui a um ou dois anos a escola vai precisar ser revitalizada de novo”, avisa.

A reportagem procurou a Secretaria de Estado de Educação (SEE), ainda na semana passada. A pasta informou que encaminharia a denúncia ao setor de manutenção, e, até o momento, não repassou atualizações sobre o caso.

Por: Leandro Chaves, da Gazeta do Acre.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.