Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Vítima de ataque em escola cursava enfermagem e deixa um filho
  • Aluna de 11 anos baleada em ataque tem projétil retirado da perna
  • Pai de aluna cobra segurança após ataque em escola de Rio Branco: “Vai precisar acontecer em quantas escolas?”
  • Após ataque em escola, governo suspende aulas na rede estadual do Acre por três dias
  • Padrasto de adolescente que atacou escola em Rio Branco é preso após uso de arma no crime
  • Sinteac lamenta morte de funcionárias em ataque a escola de Rio Branco: “deixam um imenso vazio”
  • Funcionárias tentaram impedir atirador de entrar em sala durante ataque em escola de Rio Branco
  • Alunos fazem oração de mãos dadas após ataque a tiros no Instituto São José
  • Aluno que realizou tiroteio em escola participaria de grupo de ataques
  • Saiba quem são as duas funcionárias mortas em tiroteio no Instituto São José, em Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, maio 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Sem água potável e às margens de rio, indígenas vivem condições sub-humanas no interior

Por Redação Juruá em Tempo.28 de maio de 20242 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Nas margens do rio Iaco, em Sena Madureira, dezenas de indígenas enfrentam uma realidade alarmante e precária. Ao deixarem suas terras tradicionais na zona rural, atraídos por benefícios de aposentadoria e pelas tecnologias da cidade, como celulares e televisão, esses indígenas se encontram em condições sub-humanas, sem acesso a recursos básicos.

Foto: ContilNet

Atraídos pela promessa de uma vida melhor, os indígenas acabam expostos a uma série de dificuldades na cidade. Faltam alimentação adequada, água potável, banheiros para as necessidades fisiológicas e, principalmente, abrigos para protegê-los da friagem que atinge a região atualmente. A situação é particularmente crítica nas proximidades da Carnaubeira, em frente à Praça 25 de Setembro, no centro de Sena Madureira, onde muitos indígenas são vistos sobrevivendo em construções improvisadas, conhecidas como taperas.

Essas comunidades vivem à vista das autoridades, mas a resposta institucional ainda é insuficiente. A distância entre a qualidade de vida dos indígenas e os demais moradores da cidade é enorme, quase como se fossem duas nações diferentes. Enquanto os cidadãos urbanos têm acesso a serviços básicos e infraestrutura, os indígenas sofrem com a falta de suporte essencial, evidenciando uma profunda desigualdade social.

A migração dos indígenas para áreas urbanas, em busca de melhores condições de vida, muitas vezes resulta em uma vulnerabilidade ainda maior. Sem a estrutura e apoio necessários, eles enfrentam um dia a dia marcado pela insegurança alimentar e habitacional.

  • Fonte: ContilNet.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.