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COTIDIANO

Acre celebra a menor taxa de desemprego para um segundo trimestre, mostram dados do IBGE

Por Orlando Sabino, do AC24horas. 22/08/2024 08:05 Atualizado em 24/08/2024 09:03
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A taxa de desocupação do Acre, no segundo trimestre de 2024, caiu para 7,2%, recuando um ponto sete percentual (p.p.) frente ao primeiro trimestre e chegando ao seu menor valor para um segundo trimestre desde 2012, quando teve início a série histórica da PNAD Contínua Trimestral do IBGE.  No país, a taxa também recuou de 7,9% para 6,9%. Esse recuo na taxa de desocupação do Acre foi acompanhado por mais 14 das 27 Unidades da Federação (UF), conforme divulgou o IBGE, no dia 15/8. No gráfico a seguir constam às taxas de desemprego do Acre, para o segundo trimestre, desde 2012, em ordem decrescente.

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Na tabela seguir estão disponíveis vários indicadores do mercado de trabalho do Acre para o segundo trimestre do ano. Disponibiliza-se também os valores do primeiro trimestre de 2024 e do segundo trimestre de 2023, para ajudar na interpretação dos dados.

Algumas observações são importantes. A primeira é o número de pessoas maiores de 14 anos que entraram no mercado de trabalho. No trimestre em tela foram 356 mil dispostos a trabalhar, um crescimento de 4,3% em relação ao trimestre anterior e 8,1% acima do mesmo trimestre do ano anterior. Outro destaque é o número de pessoas ocupadas, no segundo trimestre do ano, dos 356 mil no mercado de trabalho, 330 estavam empregados, crescimento de 6,3% em relação ao trimestre anterior e 10,7% em relação ao segundo trimestre de 2023. Resultado que fizeram com que a variação no número de desempregados caísse 15,9% em relação ao primeiro trimestre do ano, com 26 mil desempregados.

Os bons números do Emprego no Acre, sem dúvida são reflexos do bom momento que vive a economia brasileira. Como diz a jornalista Miriam Leitão, “o primeiro trimestre do ano foi bom, o PIB cresceu 0,8%, frente ao trimestre anterior, mais do que o inicialmente previsto pelo mercado. Além disso, houve queda do desemprego e queda da inflação, dois dados que não costumam cair juntos. Isso é ainda mais notável quando há um aumento da renda, como houve. Entre janeiro e março deste ano, o Brasil exportou US$ 78,3 bi, 3,2% mais do que no ano passado. Tanto a exportação, quanto o saldo de US$ 19 bi, foram recordes”.

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Temos que aproveitar o bom momento.


Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas

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