Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • NC Sports estreia segunda-feira (16) na TV Norte SBT Acre
  • Prefeito assina convênio que garante funcionamento dos correios e Porto Walter terá primeiro CEL do Acre
  • Possível vítima de homicídio: restos mortais de homem desaparecido são encontrados em área de mata
  • Operação prende três em Cruzeiro do Sul; entre eles, foragido e liderança de facção criminosa
  • “Frente” do Comando Vermelho no Miritizal é preso pela polícia em Cruzeiro do Sul
  • Foragido do presídio Manoel Neri da Silva é recapturado em Cruzeiro do Sul
  • Alta da gasolina impacta trabalho de motoboys em Cruzeiro do Sul
  • Presidente assina decreto com multas de até R$ 50 mil para maus-tratos a animais
  • Mulher é atacada com faca e tem cabelos cortados por ex após discussão
  • Aos 12 anos, estudante viraliza ao iniciar preparação para o Enem
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, março 13
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Desnutrição responde por mais de 90 mil mortes de idosos em 20 anos

Por Redação Juruá em Tempo.13 de agosto de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Entre 2000 e 2021, foram registradas 93.868 mortes de idosos causadas por desnutrição no Brasil. Segundo um novo estudo publicado na Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, o período registrou uma queda na taxa de mortalidade entre as pessoas de 60 a 79 anos, mas os números se mantiveram estáveis e elevados entre a população acima de 80 anos.

A pesquisa utilizou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. Considerando que a desnutrição é uma causa de morte evitável e a expectativa de vida da população brasileira é maior do que há duas décadas, os autores do estudo apontam que os números, embora em queda ou estabilidade, ainda estão elevados e acendem um alerta.

“A gente observou uma tendência decrescente (da mortalidade de idosos por desnutrição), mas a alta taxa chama a atenção. No ano de 2021, por exemplo, foram 10,6 mortes a cada 100 mil pessoas. É uma taxa alta. Não deveria morrer ninguém por desnutrição”, diz Ronilson Ferreira Freitas, pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e orientador do estudo. Outros autores da pesquisa são da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). A pesquisa recebeu financiamento do CNPq.

Proteí

A desnutrição analisada pelo estudo se refere à baixa ingestão não apenas da quantidade de calorias, mas também de proteínas. A longo prazo, ela leva à perda de peso e de massa muscular, o que prejudica a qualidade de vida dos idosos. Sem força nos músculos, eles têm maior dificuldade para exercer atividades simples, como se levantar, e também correm maior risco de quedas e fraturas.

Segundo Simone Fiebrantz Pinto, nutricionista especialista em gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a desnutrição afeta esse grupo por diversos fatores. Entre os motivos estão problemas de dentição e deglutição, comuns nessa fase da vida.

Os idosos também são mais suscetíveis a quadros de saúde que favorecem a perda de peso e a desnutrição, como demências e doenças crônicas. Simone aponta que a própria fraqueza muscular dificulta a alimentação adequada nessa idade, uma vez que atrapalha tarefas como ir ao mercado e cozinhar. Além dos fatores fisiológicos, há influências socioeconômicas. A diminuição da renda com a chegada da aposentadoria e o aumento dos gastos com remédios são exemplos.

E muitos idosos acham que comem de maneira correta e não precisam frequentar um nutricionista. Isso é comum especialmente entre aqueles que não apresentam baixo peso, incluindo os que têm obesidade. “Ele tem a reserva calórica, mas tem menos proteína e não tem massa muscular adequada”, afirma ela.

Para Freitas, as políticas públicas existentes se mostraram capazes de reduzir ou, ao menos, interromper o aumento do problema. No entanto, elas precisam ser revisitadas, discutidas e aprimoradas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por: Folha de São Paulo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.