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Estado do Acre é o pior em ciência e tecnologia do país

Por Redação O Juruá em Tempo. 07/08/2024 09:31 Atualizado em 07/08/2024 15:09
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O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) lançou esta semana, no Rio de Janeiro, a primeira edição do Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento (IBID), mostrando que o Acre é o último no ranking de ciência e tecnologia.

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O índice constitui um mapa completo e atual da inovação no país, revelando o desempenho dos ecossistemas locais de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) sob diferentes perspectivas. São Paulo é, incontestavelmente, o campeão nacional em inovação, com pontuação que supera o dobro da obtida por Santa Catarina, que ocupa a 2ª posição no ranking geral. Paraná (3ª posição), Rio de Janeiro (4ª) e Rio Grande do Sul (5ª) integram o rol das cinco economias mais inovadoras do Brasil.

Minas Gerais (6ª) se aproxima das cinco primeiras, seguida pelo Distrito Federal (7ª) dentre as Unidades da Federação, cujo IBID situa-se em patamar superior à média nacional.

Além de fornecer métricas detalhadas sobre o desempenho da inovação nas cinco grandes regiões e 27 Unidades da Federação, o IBID identifica líderes nacionais e regionais em inovação, classificando os estados e regiões com base em critérios que incluem os resultados do processo de inovação e os fatores que o influenciam. Medido por um número que varia de 0 a 1, o IBID é um índice sintético que agrega 74 indicadores estatísticos coletados junto a fontes oficiais e/ou disponíveis publicamente, os quais são distribuídos em sete pilares (instituições, capital humano, infraestrutura, economia, negócios, conhecimento e tecnologia e economia criativa). Esses pilares subdividem-se em 21 dimensões, como crédito, investimentos, educação, ambiente regulatório, sustentabilidade, criação de conhecimento, ativos intangíveis, entre outros.

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O IBID foi desenvolvido com base na metodologia do Índice Global de Inovação (IGI), da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). Publicado desde 2007, o IGI é o indicador global de referência no tema, classificando 132 países a partir de suas potencialidades e gargalos. Na edição mais recente, em 2023, o Brasil ocupou a 49ª posição no ranking mundial e a primeira posição no ranking regional (América Latina e Caribe), subindo cinco colocações em relação ao ano anterior.

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