Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Socorrista do Samu quase é atropelado durante atendimento a vítimas de acidente de moto no AC
  • Motociclista perde controle e colide contra poste no mesmo local onde acidente grave foi registrado na madrugada de sábado
  • PM apreende mais de 2 kg de cocaína durante barreira na BR-364
  • Acre aparece na 25ª posição em ranking de famílias abaixo da linha da pobreza
  • Feira de Artesanato da Prefeitura de Cruzeiro do Sul tem desfile como destaque no terceiro dia
  • Domingo será de calor e pancadas isoladas de chuva em todo o Acre
  • Acre está entre os estados em alerta para aumento de SRAG, aponta Fiocruz
  • PRF resgata oito trabalhadores em situação análoga à escravidão
  • TCU define coeficiente do Acre no Fundo de Participação dos Estados para 2027
  • Com gol no 1º tempo, Santa Cruz é campeão acreano pela primeira vez
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, março 22
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Seis funcionários da ONU são mortos em ataque israelense a escola

Por Redação Juruá em Tempo.12 de setembro de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Organização das Nações Unidas (ONU) informou nesta quinta-feira (12) a morte de seis colaboradores durante ataque aéreo israelense a uma escola que administra no centro de Gaza. A agência de Defesa Civil de Gaza, controlada pelo Hamas, adiantou o ataque de quarta-feira à escola al-Jaouni, no campo de refugiados de Nuseirat, deixou 18 mortos. 

Testemunhas contaram que “mulheres e crianças explodiram em pedaços” durante o ataque. Entre as vítimas estão seis funcionários da agência da ONU para refugiados palestinianos, a UNRWA, incluindo o gerente do abrigo.

O ataque à escola al-Jaouni é o quinto desde outubro. Desta vez, foi registrado “o maior número de mortos entre a equipe num único incidente” nos últimos 11 meses, observou a UNRWA.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o ataque, afirmando que “o que está ocorrendo  em Gaza é totalmente inaceitável”. Acrescentou que é uma “matança sem fim e sem sentido”, já que o número de funcionários mortos desde o início da guerra sobe para pelo menos 220.

“Essas violações dramáticas do direito internacional humanitário precisam acabar agora”, disse Guterres.

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, discordou das críticas de Guterres, alegando que “é inconcebível que a ONU continue a condenar Israel em sua guerra justa contra os terroristas, enquanto o Hamas continua a usar mulheres e crianças como escudos humanos”.

Proteção internacional

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina condenou o ataque de Israel à escola al-Jaouni e apelou à comunidade internacional para que “forneça proteção aos palestinos e ponha fim à guerra de extermínio e deslocamento contra o nosso povo”.

O ministério pediu ainda que os funcionários da UNRWA e outros trabalhadores humanitários sejam protegidos da “brutalidade da ocupação”.

Nesse ataque, morreram pelo menos 18 pessoas, indicou a agência de Defesa Civil de Gaza.

De aordo com a cadeia Al Jazeera, o Hamas disse aos mediadores que “está pronto para implementar o plano de trégua proposto pelos Estados Unidos e apoiado pela ONU sem quaisquer novas condições de nenhuma parte”.

“Massacre horrível”

Também o Ministério das Relações Exteriores do Catar “condenou veementemente” o bombardeio de Tel Aviv à escola al-Jaouni, operada pela UNRWA. Um “massacre horrível” que confirma a “abordagem criminosa de Israel e seu desrespeito aos princípios do direito internacional humanitário”.

“Reiteramos o apelo por uma investigação internacional urgente, incluindo o envio de investigadores independentes da ONU para apurar os fatos relativos aos ataques contínuos da ocupação a escolas e abrigos para pessoas deslocadas”, disse o ministério.

“Carnificina tem que parar”

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, condenou o ataque, afirmando que a carnificina em Gaza tem que parar.

“Nenhuma palavra pode refletir o verdadeiro horror e a perda de vidas em Gaza. Hospitais, escolas e abrigos foram repetidamente bombardeados, resultando em mortes de civis e humanitários”, disse Tedros Ghebreyesus.

Entretanto, a OMS anunciou, nesta quinta-feira, que foram retirados quase 100 pacientes de Gaza para os Emirados Árabes Unidos. É a maior operação realizada até agora e  inclui dezenas de crianças.

“Esta foi a maior evacuação de Gaza desde outubro de 2023”, declarou Richard Peeperkorn, representante da OMS para o território palestino ocupado, aos jornalistas.

“Gaza precisa de corredores médicos. Precisamos de um sistema melhor organizado e sustentado”, pediu, acrescentando que mais de 10 mil pacientes aguardam transferência.

Por: RTP - Rádio e Televisão de Portugal.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.