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COTIDIANO

Acre registrou 190 casos de câncer de próstata nos últimos 4 anos

Por Anne Nascimento. 07/11/2024 12:24 Atualizado em 08/11/2024 17:35
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O Acre registrou, de 2020 a 2023, 190 casos de neoplasia maligna de próstata. As informações são do Painel Oncológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), a pedido do site A GAZETA.

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Os dados apontam ainda que, em 2023, o estado registrou 43 diagnósticos; em 2022, o número foi de 60. Em 2021, os índices chegaram a 52 e; em 2020, a 35.

Além disso, o levantamento da Sesacre aponta que, a cada 100 mil habitantes, 30 podem ser diagnosticados com câncer de próstata até 2025.

Para este ano, em alusão ao Novembro Azul, a Sesacre promove atividades voltadas para a saúde do homem, em especial oficinas sobre Masculinidade e Paternidade Equitativas e ações de saúde tanto em Rio Branco quanto em Cruzeiro do Sul.

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Novembro azul

O novembro azul é o nome dado ao movimento internacional criado em 2003 para a conscientização e alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. Porém, além de incentivar o cuidado acerca do diagnóstico da doença, oportuniza-se esse momento para sensibilizar a população masculina, gestores e profissionais de saúde quanto ao autocuidado e cuidado integral, considerando os fatores socioculturais relacionados à masculinidade, que repercutem sobre as condições de saúde dessa população.

Ainda de acordo com a Sesacre, apesar do aumento da expectativa de vida entre 2000 e 2018, os homens vivem 7,1 anos a menos que as mulheres, de modo que a principal causa da mortalidade são as causas externas, contendo homicídios, acidentes e lesões autoprovocadas. Além disso, estudos recentes demonstram a tendência de maior mortalidade precoce (até 60 anos) entre homens, especialmente decorrente de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT), caracterizadas principalmente por doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, neoplasias e diabetes mellitus, que estão relacionadas ao menor uso dos serviços de saúde.

Os homens seguem tendo menor número de consultas médicas por ano em comparação às mulheres e fazem menos uso de serviços de atenção primária à saúde.

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