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Linha de pipa com cerol quase degola biomédica no Acre enquanto ela dirigia

Por Redação Juruá em Tempo.25 de novembro de 20244 Minutos de Leitura
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No último sábado (23), a biomédica acreana Rayssa Gregório, de 26 anos, passou por um grave incidente enquanto trafegava de motocicleta em Sena Madureira. Ela estava em sua moto modelo Bis na Rua Padre Egídio, por voltas das 16h,  uma das ruas mais movimentadas da cidade, que dá acesso ao centro comercial, quando foi surpreendida por uma linha de pipa com cerol. O acidente deixou um corte profundo em sua mão direita, exigindo três pontos, e marcas no pescoço.

Ao ContilNet, Rayssa revelou que o corte foi profundo em uma das mãos onde levou três pontos nos dedos/ Foto cedida a coluna Douglas Richer

Em entrevista exclusiva à coluna Douglas Richer, do ContilNet, na manhã desta segunda-feira (25), Rayssa contou os detalhes do que aconteceu e cedeu imagens que mostram os ferimentos causados pelo material cortante.

“Eu estava devagar na moto e vi duas crianças tentando puxar uma pipa presa em um muro. Logo imaginei que a linha estivesse por perto. Quando percebi, ela já estava no meu pescoço. Consegui puxar a linha, mas senti muita dor e vi que meu dedo estava sangrando muito”, relatou.

“ Eu olhei o meu dedo sangrando, sangrando”disse a biomédica do Acre/ Imagens cedidas a coluna Douglas Richer

Rayssa explicou que, ao chegar em casa, ainda muito nervosa, foi incentivada por um amigo a acionar a polícia.

“Eu não queria ligar, mas ele insistiu. A polícia veio até o local, e as crianças que estavam soltando pipa rapidamente se dispersaram. Depois disso, fui ao hospital, onde precisei levar três pontos na mão. Felizmente, o pescoço só ficou com uma marca leve, mas foi um susto muito grande”, disse a biomédica.

Rayssa Gregório, de 25 anos quase foi decolado por uma linha de cerol no município de Sena/ Foto cedida a coluna Douglas Richer do ContilNet

Questionada sobre o que gostaria de dizer sobre situações como essa, Rayssa fez um apelo emocionante: “Que as pessoas que fazem o uso desse tipo de linha tenham consciência de que não vale a vida das pessoas em troca da diversão deles. Cerol ou linha chilena, mata! Deus me deu um livramento, mas temos casos registrados no Acre de morte devido a essa situação.”

Rayssa Gregório, de 26
anos quase foi decolado por uma linha de cerol no município de Sena Madureira /Foto: Instagram

Lei estadual e os perigos do cerol

O uso de cerol e linhas cortantes é proibido em todo o Acre desde a sanção de uma lei pelo governador Gladson Cameli. A norma, proposta pelo deputado Fagner Calegário, prevê penalidades rigorosas para quem fabrica, vende ou utiliza esses materiais. Multas podem chegar a R$ 30 mil para estabelecimentos infratores, e pessoas físicas também podem ser multadas em até R$ 2.500.

A legislação permite o uso de linhas específicas apenas em locais regulamentados e sob supervisão de associações esportivas, mas, fora dessas condições, o material é considerado ilegal.

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Risco constante para motociclistas

O cerol, mistura de cola com vidro moído, é usado para cortar a linha de pipas adversárias, mas sua periculosidade vai muito além da brincadeira. Quando em contato com o corpo humano, pode causar ferimentos graves e até mortes, principalmente entre motociclistas. A linha chilena, ainda mais cortante, utiliza óxido de alumínio e quartzo moído, tornando-se uma verdadeira arma em potencial.

Rayssa faz um apelo para que a lei seja mais rigorosamente aplicada. “Foi um livramento. A linha estava na altura do meu pescoço e poderia ter tirado minha vida. Espero que isso sirva como um alerta para que as autoridades fiscalizem mais e para que as pessoas entendam os riscos dessa prática”, concluiu.

O caso de Rayssa reforça a necessidade de conscientização e fiscalização sobre o uso de cerol, especialmente em áreas urbanas movimentadas, onde acidentes como esse podem se transformar em tragédias.

Por: Douglas Richer, do Contilnet.
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