Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Nikolas Ferreira vem ao Acre e agenda inclui visita a municípios: “conhecer a realidade da Amazônia”
  • Morre mulher atingida por chamas após filho incendiar moto no ES
  • Mais de 5 mil eleitores regularizam título no Acre durante mutirão; prazo termina nesta quarta-feira (6)
  • Equipes do Bombeiros seguem na busca por corpo de jovem que desapareceu no Rio Purus
  • Paula Fernandes expõe funcionários de hotel em Portugal: ‘Pior experiência da vida’
  • TSE celebra 30 anos da urna eletrônica e lança mascote ‘Pilili’
  • Evento MECA BRASIL será realizado no próximo sábado na Arena do Juruá em Cruzeiro do Sul
  • TJAC mantém condenação de rancho por loteamento irregular, em Cruzeiro do Sul
  • Cruzeiro do Sul segue com operação tapa-buracos
  • PM promove oficiais e praças em solenidade realizada em Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, maio 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Policial é demitido por ficar com dinheiro apreendido de traficantes

Por Redação Juruá em Tempo.27 de dezembro de 20242 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Fernando Contreras Siqueira, de 46 anos, atuava como escrivão no 8º Distrito Policial, localizado no bairro do Brás, em São Paulo. Ele foi demitido pela terceira vez pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, sob acusações de peculato — crime que consiste na apropriação ou desvio de bens públicos por parte de um funcionário.

Contreras é acusado de se apropriar de dinheiro apreendido de traficantes detidos pela Polícia Militar e encaminhados à delegacia onde trabalhava. Ao todo, ele já respondeu a 30 processos por peculato na Justiça paulista. Em 2023, foi condenado a dois anos de prisão, além de outras seis sentenças que resultaram em prestação de serviços comunitários e três para pagamento de multas. Algumas dessas sanções foram posteriormente anuladas por indultos judiciais.

As demissões sucessivas têm como objetivo impedir que Contreras retorne ao cargo caso alguma das punições seja revertida judicialmente. Além disso, há registros de que ele não foi localizado para receber notificações de decisões judiciais e intimações, indicando paradeiro desconhecido.

Em uma das ações abertas contra ele, em abril deste ano, o oficial de Justiça relatou que Contreras não residia mais no endereço registrado, na Vila Heliópolis, e que as tentativas de contato foram infrutíferas.

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo destacou que, como escrivão, Contreras tinha a responsabilidade de registrar boletins de ocorrência e assegurar o depósito judicial de valores confiscados. No entanto, ele frequentemente se apropriava das quantias apreendidas.

Em um dos casos, no dia 20 de setembro de 2018, registrou um boletim de ocorrência referente à associação para o tráfico, ocasião em que houve a apreensão de R$ 137,00. O valor permaneceu sob sua responsabilidade para depósito judicial, mas não foi encaminhado conforme exigido.

Por: AM Post.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.