Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Foragido da Justiça de São Paulo por assalto a banco é preso ao sair de academia em Rio Branco
  • Homem é preso após tentativa de homicídio com tijolos e garrafa em Guajará (AM)
  • Homem é baleado em Cruzeiro do Sul
  • Acre tem o 6º pior salário inicial para professores da rede estadual no Brasil
  • Garota Açaí 2026: Feijó revela as cinco candidatas que buscam o título mais cobiçado da cidade
  • Brasil bate recorde de exportações de carne no 1º semestre de 2026
  • Acre acumula mais de mil processos pendentes no Tribunal do Júri, aponta CNJ
  • Mais de 88% dos domicílios acreanos com televisão recebem sinal de TV aberta, aponta IBGE
  • Em Rio Branco, moradores bloqueiam BR-364 em protesto por melhorias na comunidade: “três anos de promessas”
  • Acre tem mais de 110 vagas de emprego abertas nesta terça-feira (7); veja como se candidatar
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, julho 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Geral

Criptomoedas o que são e quais os riscos envolvidos?

Por Redação Juruá em Tempo.13 de janeiro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As novas tecnologias, favorecidas pelo progresso da criptografia – ou seja, pela aplicação de métodos que servem para tornar uma mensagem compreensível/inteligível apenas para pessoas autorizadas a lê-la – e pela evolução da Internet , estão a provocar uma mudança radical na economia global. , com particular referência ao setor financeiro, no que diz respeito aos métodos de troca de bens, serviços e qualquer atividade financeira.
Entre as aplicações mais significativas da tecnologia digital ao setor financeiro destaca-se o nascimento e a difusão das “criptomoedas” (ou “moedas virtuais”), das quais a mais conhecida é o bitcoin agora.

O termo é composto por duas palavras: criptografia e moeda.É, portanto, uma moeda ‘oculta’, no sentido de que só é visível/utilizável através do conhecimento de um determinado código informático (as chamadas ‘chaves de acesso’ públicas e privadas, numa linguagem ainda mais técnica).

A criptomoeda não existe na forma física (também por esta razão é definida como ‘virtual’), mas é gerada e trocada exclusivamente eletronicamente. Portanto, não é possível encontrar bitcoins em circulação em formato de papel ou metal.
Alguns conceitos tradicionalmente utilizados para moedas com curso legal, como o de ‘carteira’, também foram adaptados ao contexto das moedas virtuais, onde falamos de ‘carteira digital/eletrônica’ (ou carteira digital/eletrônica ou simplesmente carteira eletrônica)

A criptomoeda, quando há consenso entre os participantes da transação, pode ser utilizada no modo peer-to-peer (isto é, diretamente entre dois dispositivos, sem intermediários) para a aquisição de bens e serviços, funcionando, para todos os efeitos, como se fosse moeda de curso legal.

Outra classificação em uso envolve a divisão entre moeda virtual ‘fechada’, ‘unidirecional’ e ‘bidirecional’. A diferença entre os três casos está na possibilidade de converter a criptomoeda em moeda de curso legal (também conhecida como “moeda oficial” ou “moeda fiduciária”, conforme outras denominações comuns) e no tipo de bens ou serviços que podem ser adquiridos. O Bitcoin, por exemplo, é uma moeda virtual bidirecional, pois pode ser facilmente convertida com as principais moedas oficiais e vice-versa.

Fatores a levar em consideração sobre as criptomoedas em geral

As  moedas virtuais não têm curso legal em quase todos os cantos do planeta e, portanto, a aceitação como meio de pagamento é voluntária. Elas são moedas virtuais não são reguladas por órgãos do governo central, mas são geralmente evitadas e controladas pelo órgão emissor de acordo com as suas próprias regras, às quais os membros da comunidade de referência concordam em aderir.

Há estados que decidiram experimentar, sob seu próprio controle, o uso de moeda virtual em seus próprios países (por exemplo, Uruguai com o e-peso) ou anunciaram seu uso sem, no entanto, terem maiores informações a esse respeito (por exemplo, Venezuela com a Petro) ou, ainda, que tenham iniciativas em preparação a este respeito (por exemplo, Estónia e Suécia).

Qualquer pessoa pode criar uma moeda digital; portanto, a qualquer momento, pode haver centenas ou até milhares de criptomoedas em circulação. Para criar/distribuir criptomoedas você pode usar a chamada ” oferta inicial de moedas ” (ICO). As primeiras ICOs foram lançadas para arrecadar fundos para novas criptomoedas, enquanto mais tarde o objetivo principal passou a ser o financiamento direto de ideias de negócios.

Uma vez emitidas, as moedas virtuais podem ser compradas ou vendidas numa plataforma de câmbio utilizando moeda com curso legal (por exemplo, EUR, USD, etc.). As plataformas de câmbio nas quais as moedas digitais são compradas e vendidas não estão atualmente regulamentadas, pelo que não existe proteção legal específica em caso de litígio ou falência.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.